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Uso da Tecnologia na Educação

 

Uso da Tecnologia na Educação

Informática na educação, tecnologia móvel nas salas de aula: o que funciona?


Sobre o tema da informática e uso de tecnologias na educação, conheça um trecho do texto de sobre uso de tecnologias móveis em sala de aula como, smartphones, ipad, tablets e outros dispositivos. O autor discute a eficiência dessa prática na educação. De que forma a informática educativa, com uso de todos os tipos de tecnologias, realmente, podem melhorar os resultados de aprendizagem? Segundo o autor, Tablets e smartphones em sala de aula é algo novo e, por isso, não há um consenso claro sobre a sua utilidade. 


Aplicando a Tecnologia Móvel na Educação


Para Mattew Lynch professor da Virginia Union University  "simplesmente usando a tecnologia móvel na sala de aula não garante um aumento na compreensão ou mesmo a atenção dos alunos."

O autor relata tipos de uso da tecnologia móvel que fazem mais sentido para salas de aula.


  1. • E-readers (E-Book) . Parte do problema com livros tradicionais é que eles são tão rapidamente ultrapassados, hoje há tantos assuntos a respeito e que informam melhores leitores online. E-books eliminam esse problema e permitem atualizações em tempo real que são úteis para estudantes e professores imediatamente, e não no próximo ano escolar quando o novo livro é escolhido. aprendizagem na nuvem. Usando a tecnologia móvel que está ligado a nuvem significa que os alunos podem fazer a transição do trabalho em sala de aula para concluir em casa - ou em qualquer outro lugar - com facilidade, enquanto eles têm acesso a um telefone, tablet ou computador. Isso economiza tempo e melhora a capacidade de organização para os alunos.
  2. • Módulos móveis individuais . Dentro de aplicativos e jogos educativos há opções para logins individuais do estudante. Isso dá aos alunos a oportunidade de trabalharem em seu próprio ritmo, tendo tempo extra nas áreas em que eles mais precisam.
  3. • Programas de mensagens instantâneas . Sites que permitem que os professores enviem trabalhos de casa ou teste perguntas para os alunos através de texto e, em seguida, pedir respostas, resultam em uma abordagem mais interativa para o aprendizado. A maioria dos programas que facilitam esta tecnologia permitem feedback em tempo real sobre as respostas, permitindo que os alunos aprendam com os erros e coloquem tudo no contexto no momento.  O pesquisador descobriu que os adolescentes americanos enviam uma média de 60 mensagens de texto por dia , tornando esta uma forma eficaz de alcançar os estudantes em um meio que está perto de uso universal. O Projeto OneVille tem monitorado os professores e as suas experiências com mensagens de texto para alunos do ensino médio e descobriu que os alunos se tornam mais motivados para vir para a escolae para completar o trabalho no tempo quando eles têm acesso a mensagem enviadas por professores

No entanto, sabemos que no Brasil as dificuldades para que alunos tenham acesso a esses dispositivos, praticamente, inviabilizam essa metodologia.


A Tecnologia na educação é importante para trazer a:


  • internet na educação
  • educação atual
  • inovação educacional
  • educação hoje
  • educação inovadora
  • educação tecnológica
  • inovação em educação

Escolas rotineiramente vem implantando  quadros brancos interativo, projetores de dados e computadores em todas as salas de aula, mas eles também têm uma ampla gama de tecnologias "não-escolares" para como i-pods, telemóveis, PSPs e outros. Os consoles de jogos estão sendo trazidos para as escolas, juntamente com netbooks e notebooks que estão se tornando cada vez mais
portátil e fácil de transportar e esconder. Algumas destas estão  compreensivelmente causando preocupação para os professores. Como elaborar plano de aula? 


PONTOS POSITIVOS DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO

  • Encorajar as crianças e os jovens a reconhecerem os usos positivos tecnologia no desenvolvimento e melhoria da sua própria educação.
  • Entender que a tecnologia se desenvolveu mais rápido do que qualquer um poderia ter imaginado nos últimos 10 anos. 
  • Da mesma forma, a maneira pela qual as crianças usam tecnologias mudou nos últimos anos. Web 2.0 significa que crianças e os jovens podem ser criadores de conteúdo em vez de simplesmente usuários dele.
  • Refletir sobre maneiras em que moderno tecnologias que eles o uso poderia ser benéfico dentro da sala de aula.

Objetivos específicos:

Os alunos devem ser capazes de:
a. usar o conhecimento e a compreensão para fazer escolhas informadas sobre segurança, saúde e
bem-estar
b. encontrar informações e apoio de uma variedade de fontes
c. avaliar e gerenciar o elemento de risco em escolhas e situações pessoais
d. aprender usar habilidades sociais para construir e manter uma série de relacionamentos positivos
e. usar as habilidades sociais de comunicação, negociação , assertividade e colaboração
f. valorizar as diferenças entre as pessoas e demonstrar empatia e disposição para aprender
sobre pessoas diferentes de si
g. comunicar e trocar informações (incluindo comunicação digital) de forma eficaz, segura e
com responsabilidade. 
h. desenvolver uma compreensão de práticas e segui-los. 



ABORDAGEM


1. Comece perguntando aos alunos o que é bom na internet?

  • Para que eles usam isso?
  • Como a tecnologia nos ajuda?
  • Como melhorou as maneiras pelas quais vivemos nossas vidas?
  • Quantas vezes a tecnologia desempenha um papel em um dia típico? Despertador, microondas, ônibus destinos exibidos no ponto de ônibus ..... etc. etc.
  • O que os alunos mais sentiriam falta se tivessem que viver sem tecnologia por um dia?
  • De que evolução eles ouviram falar sobre o futuro ou imaginam para o futuro?
  • O que eles gostariam de ver no futuro?
  • Eles podem pensar em maneiras pelas quais a tecnologia às vezes pode ser usada quando há talvez formas mais eficazes e eficientes (como usar um livro)?
  • Como eles usariam a tecnologia para apoiar a aprendizagem na escola?

2. Peça aos alunos para criar uma apresentação de 5 minutos com melhor recurso ou aplicativo que eles usariam no ensino se fossem professores por um dia.
3. Defina o tema sobre o qual os alunos devem elaborar a apresentação
4. Incentive e dê liberdade para fazerem seu próprio projeto aqui usando novas tecnologias. Eles podem criar um blog, podcast, filme ou site / página da web, reportagem sobre tecnologia na educação

AVALIAÇÃO

Eles precisam ser capazes de explicar por que eles usaram isso e qual a vantagem sobre outras soluções que não dependem tecnologia.

Este plano de aula pode ser aplicado para:

  • Tecnologia de educação
  • Uso de tecnologias na educação
  • Aula com tecnologia
  • Como usar a tecnologia na educação
  • A tecnologia e a educação
  • Uso das tecnologias em sala de aula

Qual é a importância da informática na educação? Projetos de informática na educação foram muitos comuns nas últimas décadas. 


Qual é a importância da informática na educação? 


Informática na Educação: Desafios tecnológicos.


É importante que os professores vejam a aquisição de habilidades em informática como uma necessidade e fazer movimento crucial para desenvolver novas competências em tecnologia da informação. 

Falando de informática na educação e tecnologia educativa.



Sem jogo de palavras, em alguns textos da bibliografia especializada podemos encontrar citações no sentido de que a história da informática educativa no Brasil tem início na década de 70 Na década, quando pela primeira vez foi discutida a utilização do computador no ensino, em seminário realizado pela Universidade de São Carlos. Se quisermos sair da esfera nacional, há quem diga que a história do uso da informática na educação tem início em 1924, o Dr. Sidney Pressers inventou uma máquina que corrigisse testes de múltipla escolha e, no início da década de 50, Skinner propôs uma máquina para ensinar usando o conceito de instrução programada, que consistia em dividir o material em módulos sequências, contendo uma questão que o aluno deveria responder. Essa é uma versão muito resumida da história da informática educativa. Sugiro uma pesquisa bibliográfica.

Afinal, o que é informática educativa?



Antes de responder essa pergunta temos que responder outra. Qual é a diferença entre uso de Tecnologia na Educação e Informática na Educativa? Eu penso que a primeira abrange a segunda. Tecnologia na educação seria o uso de qualquer recurso tecnológico, enquanto informática educativa uma metodologia específica. Então respondemos a primeira pergunta, informática educativa seria uma prática pedagógica para aplicação de tecnologias na educação, ou seja, utilização de ferramentas e aplicações no intuito de gerar benefícios no processo de ensino aprendizagem. Uma visão pessoal. Sugiro uma consulta a bibliografia.


Segundo os PCNs – Ciências, o “domínio da informática é só um dos aspectos de um novo e amplo complexo de relações da atualidade social e produtiva, na qual conhecimento e informação são pelo menos tão preciosos quanto materiais e energia”.

A escola deve se apropriar dessas transformações e fazer do espaço escolar a principal fonte de obtenção desses conhecimento e informação tão preciosos.

Sala de aula,  jogos educativos, programas e projetos de uso de novas tecnologias, devem estar inseridos em um contexto de compatibilização do uso das tecnologias às necessidades de seus alunos e aos objetivos pedagógicos que se dispõe a atingir, privilegiando uma visão interdisciplinar do conhecimento.

Há recursos e condições para uso de tecnologias em educação?


Certamente, não é fácil manter uma sala de computadores funcionando de modo adequado e permanente, sobretudo, em uma escola pública. Para manter, por exemplo, um laboratório, é necessário uma infra-estrutura bem organizada de gerenciamento e de manutenção das máquinas, para que funcionem bem de manhã à noite, durante toda a semana e todo o ano, especialmente quando passar o efeito da novidade, bem como, que sejam renovados e protegidos.

Por fim, é necessário capacitação continuada dos professores para atuarem com essa nova realidade. Nossa experiência com treinamento de professores demonstrou que essa capacitação deve ser contínua. Outro desafio é a informática educativa na educação infantil. Elaborar atividades de para ensino infantil com aula no contexto do uso das novas tecnologias é desafiador. É importante a realização de projetos, com atividades adequadas para ensinar, na educação infantil com o uso de tecnologias, sendo necessário planejamento e organização. Hoje, existem vários cursos de especialização, bem como, de mestrado e doutorado, específicos para uso de tecnologias na educação formando profissionais que contribuem para o fechamento desse círculo.

Tecnologia na escola

O uso das tecnologias disponíveis na escola é potencializado quando a equipe gestora está preparada para a utilização de um ambiente informatizado, incorporando-o ao trabalho de gestão esse tema já foi questionado em concursos para Administrador Escolar como na Prefeitura de Florianópolis que considerou:


  1. Não basta conhecer e usar as novas tecnologias da informação e comunicação. É preciso que os gestores as incorporem às suas práticas, fazendo uso constante delas em seu ambiente de trabalho.
  2. Programas como o Urânia, FACE ou i-Educar são exemplos de softwares que potencializam importantes processos escolares como registro de notas, cadastro de alunos, montagem de horários de aulas ou gestão do acervo de bibliotecas escolares.
  3. A Plataforma Moodle, além de ser uma ferramenta pedagógico-educativa, voltada para a qualificação das relações de aprendizado, também pode ser um importante apoio para a atividade de registro cartorial e criação de cursos que possibilitem a interação entre os integrantes de uma comunidade educativa.
  4. O uso das tecnologias na gestão escolar revela novos papéis dos seus profissionais – como organizadores de informações, criadores de significados e líderes – na tomada compartilhada de decisões.



Laboratórios  fornecidos pelo governo



Um estudo realizado por Chinasa R. O e A. I. Odo traz informações sobre a percepção de professores sobre a necessidade de professor fixo na escola secundária em escolas da Zona Educação Nsukka. A pesquisa revelou que a necessidade em escolas secundárias na Zona Educação Nsukka é adequada. Este resultado não foi inesperado, considerando a formação educacional das pessoas estudadas.  Em resumo a pesquisa conclui que:


  1. O governo não proporciona um ambiente favorável para a educação científica e tecnológica como prioridade, pois, deveria fornecer laboratórios  funcionais que incentiva e motiva pesquisadores e estudantes por meio eficaz e coordenação.
  2. Os governos devem ser responsáveis ​​pelo fornecimento de infra-estrutura adequada para as escolas e conclui que este deve assumir a responsabilidade de fornecer infra-estruturas básicas necessárias à aquisição de computadores e competências, o que deverá incluir o fornecimento dos espaços funcionais
  3. Os governos devem  propor políticas de tecnologia para impulsionar o sistema estabelecido e também fornecer as infra-estruturas necessárias e Ambiente, não só para a redução evasão, mas também para servir como veículo
Pergunta-se há necessidade de laboratório de informática na educação?


Inovação em Educação 

 
3 Dicas para Uso da Tecnologia em Sala de Aula

Veja também


O incentivo à inovação na educação é fundamental para enfrentar os desafios de crescimento e expansão da economia regional. A educação é a chave para a prosperidade. 

A Qualidade do Sistema Educacional exige:

Acesso ilimitado no ensino primário e secundário
Acesso ilimitado no  ensino pós-secundário
Desafios com professores certificados e de treinamento de professores
Desafios de infraestrutura física, gastos e tecnologia limitam o impacto no acesso educacional
 
Em geral, o sistema educacional atual, em diversos países, está debilitado pela baixa acessibilidade e baixos níveis de desempenho educacional, embora haja exceções. É necessária uma mudança radical em nossa abordagem educacional. 

Alcançar uma Economia Baseada no Conhecimento o cultivo de pessoas criativas e inovadoras. Promova a criatividade natural e uma mentalidade para converter desafios em  oportunidades, identificação de problemas e busca de soluções. Flexibilidade de ensino, positividade e o poder da perspectiva

Desenvolvendo Criatividade na Escola 

A estrutura do sistema escolar atual é voltada para testes padronizados, seguindo um currículo restrito que não se destina a explorar a imaginação e talentos latentes. Devemos repensar os princípios que regem o sistema educacional atual.
 

Eduque para inovar

O sistema educacional precisa estar mais focado no desenvolvimento de atitudes que podem levar a ideias inovadoras. Idealmente, o sistema educacional deve promover a inovação, a criatividade e o empreendedorismo.
Ao aprimorar os talentos dos alunos e canalizar sua criatividade, atitudes empreendedoras podem ser estimuladas. A educação para o empreendedorismo deve ser integrada em todos os níveis educacionais dos currículos.
Os alunos precisam deixar de ser candidatos a empregos, mas sim pensadores críticos, criadores de negócios e inovadores.
 
As condições para estimular a criatividade
  • Auto confiança
  • Pensamento crítico
  • Engajamento colaborativo
  • Equipes de trabalho multidisciplinares e multi-talentosas

Desenvolvendo as condições para estimular a criatividade. O cidadão inovador é um pensador crítico, um solucionador de problemas e um aprendiz ao longo da vida.  Para fomentar o desenvolvimento do sistema inovador, necessitamos de transformações na educação, com foco especializado na aprendizagem baseada em atividades, pensamento de soluções de ação e estímulo à busca por conhecimento e por respostas.
 


Referências:

Ref.: http://scm.oas.org/pdfs/2014/CIDRP00655E.ppt

Odo, Chinasa R, Odo A. I.  Teachers’ Perception of the Need for Functional Computer Laboratories in Secondary Schools in Nsukka Education Zone - Journal of Educational and Social Research ISSN 2239-978X(Print) ISSN 2240-0524(Online) Vol 4, No 7 (2014) Disponível em <
Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais : ciências naturais / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997.

Matthew Lynch - Dean, Escola Syphax da Educação, Psicologia e Estudos Interdisciplinares, Virginia Union University - Disponível em https://theconversation.com/do-mobile-devices-in-the-classroom-really-improve-learning-outcomes-38740Acessado em 28/11/16

BRASIL. Ministério da Educação - MEC Portal do Professor Disponível em <http://portaldoprofessor.mec.gov.br/. >


Saiba Como Usar o Laboratório de Informática de forma Eficiente

 Saiba Como Usar o Laboratório de Informática de forma Eficiente

Regras de condutas para o Laboratório de Informática da escola

Um bom usuário do Laboratório de Informática deve:

  • 1. Utiliza o computador e outras tecnologias com boas intenções e apenas para fins educacionais. Não usar a tecnologia para prejudicar as pessoas ou o seu trabalho.
  • 2. Respeite o computador e outras tecnologias como propriedade da nossa escola. Não danifique o computador ou outra propriedade da comunidade escolar.
  • 3. Respeite a lei. Não faça o download e / ou instala software, shareware ou freeware, a menos que seja autorizado pelo professor e não viola as leis de direitos autorais.
  • 4. Pratique boa cidadania usando o laboratório de informática da escola. Não olha, não envie e nem imprima mensagens inapropriadas ou fotos.
  • 5. Respeite o meio ambiente. Não desperdiça papel imprimindo muito.
  • 6. Respeite os direitos de privacidade. Não compartilha ou use senhas que não são suas sem um professor dar permissão.
  • 7. Respeite os direitos dos outros. Não entra nas pastas, no trabalho ou nos arquivos de outra pessoa sem permissão.
  • 8. Não usa palavras, imagens, vídeo, música ou outro conteúdo de outra pessoa em seu próprio trabalho sem citar onde foi encontrado.
  • 9. Atua com responsabilidade. Diz a um adulto se o seu computador ou outra tecnologia exibe material inadequado.
  • 10. Aceite a responsabilidade pelo uso adequado da tecnologia. O mau uso do Laboratório de informática pode resultar na perda de privilégios e outras punições


Cuidados com equipamentos de informática na educação.


São cuidados básicos com o PC ou Notebook, manutenção preventiva informatica e o check list da manutenção são preocupações que devem ser constantes em escritórios, laboratórios de informática, call center e outros. Os equipamentos de informática não são simples e nem baratos, por isso é altamente recomendável que a manutenção, principalmente preventiva, não seja executada por pessoas não habilitadas em relação aos procedimentos a serem adotados no caso de falhas nesses equipamentos. 

Relação de dicas de Cuidados com equipamentos de informática

  1. Verificar sempre se a voltagem da rede elétrica é a mesma requerida pelo equipamento;
  2. Evite comer, beber e fumar enquanto opera o equipamento, pois restos de comida, bebidas derramadas e fumaça são ameaças ao bom funcionamento do teclado e dos demais componentes da instalação;
  3. As capas servem para evitar o acumulo de poeira e devem ser usados quando o equipamento estiver desligado
  4. Com o equipamento ligado não devem ser usadas, pois impedem a ventilação interna e podem provocar a queima destes;
  5. Recomenda-se que o equipamento não seja ligado e desligado várias vezes ao dia, devendo ser desligado apenas uma vez ao dia ou ao final de cada turno de operação;  Evite colocar objetos sobre o equipamento ou a CPU.
  6. Caso o equipamento fique longo tempo desligado, é aconselhável desligá-lo da tomada;
  7. Evite tocar na tela do monitor de vídeo;
Laboratório de Informática


Informática na educação e os aspectos pedagógicos do uso da tecnologia. O debate acerca do uso das tecnologias de informática na educação ainda é o desafio que os professores enfrentam no cotidiano escolar, ou seja, estabelecer o espaço e a forma de uso das mais diversas tecnologias  para realizar e construir os grandes objetivos da Educação. 


Informática na educação e aspectos pedagógicos do uso da tecnologia

1. Identificar os Problemas


Quatro problemas, mais comuns, na aplicação da informática na educação foram apontados em obra do Professor José Moran (Moran 2016), quais sejam:

  • Confusão entre informação e conhecimento;
  • Alguns alunos não aceitam facilmente essa mudança na forma de ensinar e de aprender;
  • Há facilidade de dispersão;
  • Impaciência de alguns alunos.


Uma forma de encontrar sucesso nos trabalhos da informática educacional é identificar esses problemas e promover meios de contorná-los, a fim de obter melhores resultados no uso da informática na educação como, por exemplo, orientar as pesquisas para diferenciar informação de conhecimento e manter o foco do aluno no que há de ser realizado, com tarefas claras e objetivas registradas no planejamento e no plano de aula.

2. Planejamento para Laboratório de Informática


Além disso, planejar uma aula para laboratório de informática educacional ou educativa é um desafio para o professor. A utilização de laboratório de informática na escola deve, dentre outros aspectos, observar as seguintes situações: 1 - Clareza no que vai ser realizado para ter mais eficiência; Explique para seu aluno o que espera que ela faça. Inclusive, com um roteiro. 2 - Objetividade, porque a tendência é a fácil dispersãoEstabeleça uma meta (objetivo) para o aluno atingir o que pode gerar um bônus para ele. 3 - Troca de resultados entre os participantesA interação e a discussão sobre os resultados atingidos. 4 - Proposição de problemas e questões desafiantes que levem o grupo a discutir e debaterComo resolver uma determinada situação? 5 - Problematizar para gerar novos temas, novas propostas e novas aulas. Ressaltar os problemas e questões que surgiram que podem gerar novas aulas.


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3. Interdisciplinaridade

Envolver professores de diferentes áreas em um projeto que inclua a informática educativa promove experiências peculiares para o educando no processo de ensino aprendizagem. Sabemos das dificuldades inerentes para realização de tais projetos, mas, trouxemos três sugestões, que embora pareçam óbvias é, sempre importante, ressaltá-las:  
1) Um assunto/tema abrangente que permita explorar conteúdos diversos. Em um projeto que integramos Matemática, Educação Física e Ciências abordamos o sistema circulatório e o bombeamento do sangue pelo coração, fazendo planilhas e análise de dados dos batimentos cardíacos antes e depois da aula de Educação Física e relacionando com as atividades cardiovasculares. 
2) Estabeleça o Período de execução do projeto e o que cada participante (professor) deverá realizar.  Número de aulas, por exemplo. O que cada professor deverá fornecer ao seu colega? 
3) Registre os resultados do projeto transformando em: um artigo, um evento, etc.


Temas relacionados para pesquisa

A importância da informatica na educação; informatica na educação infantil; congresso internacional de educação; pos em informatica educativa; pos graduação informatica educativa; informatica na escola; especialização em informática educativa; informatica nas escolas; informatica educacional

Fonte:
Plano de Tecnologia Educacional 2010-2012 para as Escolas Públicas do Condado de Albemarle
Cartilha PROINFO
Moran, José  MUDAR A FORMA DE ENSINAR E DE APRENDER Transformar as aulas em pesquisa e comunicação presencial-virtual, disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/site/textos/tecnologias_eduacacao/uber.pdf, acessado em 11/2016

+100 Atividades para Educação Infantil e Ensino Fundamental

As atividades para Educação Infantil prepara os alunos para uma vida fisicamente ativa e saudável , fornecendo um escopo e uma sequência de experiências de aprendizado cuidadosamente planejadas.

10 Atividades para trabalhar na Sala de Aula de Educação Infantil

1. Leia a história favorita dos alunos em um local tranquilo e confortável. Peça para para preverem o que acontecerá a seguir. 
2. Comece o dia lendo o jornal ou revista. Aponte fotos interessantes para os alunos e leia legendas juntas.
3. Leia uma história e escolha uma palavra do livro e faça uma rima com cada consoante do alfabeto - morcego, gato,
4. Aumente o poder das palavras dos alunos dando um "passeio de nomeação" dentro ou fora de sala, nomeando cada item que você procura - cadeira, carro, árvore etc. 
5. Art day: pense em maneiras de expandir o vocabulário com palavras descritivas - nomes de cores (conforme encontrado em giz de cera) e palavras. 
6. Crie um álbum de fotos colando fotos ou fotos de revistas em papel de construção. Escrever legendas ou grave a história do aluno sobre as fotos. 
7. Dance o ABC! Cante o alfabeto e mova-se, aplaudindo e inventando a dança e passos. 
8. Visite a biblioteca. Deixe os alunos escolherem um livro para ler e deixe que ele vire as páginas para você. 
9. Com seu filho, procure coisas na sala que começam com a primeira letra da letra indicada, por exemplo, do nome: “J é para João - o que mais começa com J? 
10. Brinque com letras magnéticas ou grandes, cortadas de uma revista. Mostre como você pode adicionar ou retire letras para criar novas palavras.

10 Estratégias para Motivar os Alunos em Sala de Aula 

Recomendações e estratégias  de Motivação da Aprendizagem Acadêmica

  1. Tornar agradável e positivo para os alunos fazerem perguntas sobre coisas que eles / elas não entende. 
  2. Reforçar o aluno, auxiliando, parabenizando, elogiando, etc. 
  3. Observe as percepções do indivíduo sobre sua própria habilidade. 
  4. Fornecer mais incentivo para aqueles alunos que parecem atribuir fracasso à falta de habilidade, e usar grupo atividades para enfatizar habilidades positivas. 
  5. Reforce o esforço, não a habilidade. 
  6. Desenvolva uma compreensão de seus alunos, avalie gostos e desgostos e tente relacionar assuntos aos interesses do aluno. 
  7. Aproveite a curiosidade dos alunos. Muitos alunos têm um desejo natural de entender como o mundo ao seu redor funciona.  Encoraje-o e ajude os alunos a encontrar qualquer informação que procurem. 
  8.  Faça as mudanças ambientais necessárias para evitar que os alunos vivenciem estresse, frustração, raiva, etc., tanto quanto possível. 
  9. Fornecer oportunidades para aceitação de atividade física e interação positiva entre pares. 
  10. Reconheça e afirme a responsabilidade do aluno em completar a tarefa de aprendizagem

10 Dicas para preparar atividades físicas para educação infantil

  1. Deve ser orientada por um profissional habilitado.
  2. Variedade de atividades
  3. Vários níveis de prática
  4. Objetivos pessoais
  5. Crie um ambiente de aprendizagem positivo
  6. Seja um Bom comunicador (demonstração, dicas de aprendizagem)
  7. O Professor deve ser Praticante experiente. 
  8. Ter Conhecimento de Conteúdo Pedagógico 
  9. Crie tarefas estimulantes de aprendizagem
  10. Preocupe-se com o desempenho do aluno!
  11. Projetar experiências de aprendizagem com base em características individuais variáveis

  

Atividades Físicas para Educação Infantil

  

Educação Física Adequada para o Desenvolvimento  

  1. Programas de educação física e esportes têm finalidades diferentes.  

  2. As crianças não são adultos em miniatura.  

  3. As crianças na escola hoje não serão adultos em 

10 Dinâmicas para Primeiro Dia de Aula Ensino Médio, Fundamental e Educação Infantil

No primeiro dia de aula é importante mostrar uma imagem de cordialidade e proximidade, mas também de profissionalismo, sério e sensato influenciando significativamente a colaboração, a solidariedade e a democracia.

S você fosse professor?

1) Peça aos alunos que escrevam alguns parágrafos explicando o que eles fariam se fossem o professor da classe, como eles tornariam isso mais interessante e o que eles evitariam.

Qual música te define?

2) Desafie os estudantes a escolher uma música que reflita sua experiência de verão. A música deve representar vários pensamentos ou sentimentos que eles tiveram durante todo o verão. Os alunos devem escolher uma música que se adapte à sua personalidade; por exemplo, a música pode ser otimista ou mais reflexivo ou calma. A única estipulação é que a música não deve ter "letras proibidas"

Regras do primeiro dia de aula

3) Estabeleça procedimentos no início. Deixe-os saber o que é esperado deles. Não faça uma lista de regras dizendo o que eles não podem fazer. Em vez disso, solicite que eles façam uma lista de regras.

Roda de leitura

4) O Livro Mais Importante. No primeiro dia da escola, leia com os alunos um livro favorito popular. Cada um pode ler um trecho e comentar.

5) Faça um esforço para criar uma comunidade em sua sala de aula. Usar atividades que ajudem a classe a conhecer-se, além de desenvolver um senso de confiança.

6) Decida o que você enfatizará, por exemplo, como você irá qualificar, políticas sobre sua notas, penalidades para entregas atrasadas, oportunidades de ponto extra e considerar a apresentação de médias. Se a frequência for obrigatória, qual será a porcentagem da nota final? Se Você realizará exames de múltipla escolha, resposta curta, discursiva ou ensaio?

Círculo

7) Durante todo o primeiro dia de escola, organizo todas as mesas em um grande círculo, com todos de frente para o centro. Isso torna mais fácil para conversarem e se conhecerem. Então peço a cada um que se apresente e também devem fornecerem um fato sobre si mesmos.

Chame-os pelo nome

8) Aprenda os nomes dos alunos rapidamente e use seus nomes ao falar com eles.

Pessoa rea

9) Deixe os alunos saberem que você é uma pessoa "real". Conte a eles algo sobre você através de imagens e histórias. Se você deseja que os alunos saibam que você se preocupa com eles, mostre-os. Ao cumprimentá-los na porta, use contato visual quando falar com

Dinâmica do coração partido

10) Recorte corações em duas partes. Você distribui os pedaços de coração para a classe, um para cada aluno, e pede-lhes para encontrar o parceiro que tem a peça (ou pedaços) de coração que completa a deles. Uma vez que você os encontrou, você pede-lhes que se apresentem e se conheçam fazendo perguntas. Para mudar os pares, enquanto falam, você pode pegar seus fragmentos de corações e reiniciar a dinâmica.

10 Dicas para produção de Vídeos em Sala de Aula na Educação Infantil

  • Ensine músicas, ler histórias e enigmas.
  • Jogue "Simon diz" ou "telefone sem fio".
  • Construa, juntamente com todos, o mascote da classe e escolha o nome. Então, cada criança pode levá-lo para casa uma vez por semana.
  • Faça um passeio pela instituição.
  • Faça uma parede com fotos das crianças.
  • Jogue caças ao tesouro no jardim.
  • Dança ao ritmo da música.
  • Brincar com a pista de obstáculos.
  • Realizar uma atividade plástica (com lápis, plastilina, fibras).
  • Crie um mural com as regras e rotinas da sala de aula.
  • Dramatizar uma história (o professor será o protagonista para dar mais confiança).
  • Ofereça um Brinde para as crianças do pessoal da instituição. 
Professores que ensinam em qualquer nível de sistema educacional podem usar os métodos e estratégias para motivar o aluno em sala de aula, que formam 12 categorias, segundo John M. Malouff: 

  • (1) conteúdo relevante para os valores e objetivos do aluno, 
  • (2) ajudar os alunos a atingir suas metas através da aprendizagem, 
  • (3) fornecendo modelos potentes de aprendizagem, 
  • (4) estimulando e persuadir os alunos a aprender, 
  • (5) estabelecer um relacionamento positivo com os alunos. 
  • (6) recompensar o desempenho do aluno e os esforços de aprendizagem, 
  • (7) não desmotivar os alunos, 
  • (8) melhorar a auto-eficácia da aprendizagem do aluno, 
  • (9) usando métodos de ensino envolvente, 
  • (10) usando um estilo de ensino atraente, 
  • (11) dando feedback motivacional, e 
  • (12) monitorar os níveis de motivação dos alunos e ajustar os métodos de motivação, conforme necessário

6 Usando os Conhecimentos Prévios do Aluno na Prática

A verdade a ser ensinada deve ser aprendida embora a verdade já seja conhecida.

1.O desconhecido deve ser explicado por meio do conhecimento prévio do aluno

2. Todo o ensino começa em um ponto de partida. Este ponto de partida deve estar conectado ao que já é conhecido pelo aluno antes de prosseguir com a lição.

3.Como alguém pode segui-lo no escuro, a menos que saiba onde você está e por onde começar?

4. O seguinte é freqüentemente ouvido na aula: “Eu não sabia do que o professor estava falando!” Nesse caso, a culpa é do professor, não do aluno.

5. Uma vez que um bom ponto de partida tenha sido estabelecido, prossiga para um objetivo, meta ou propósito fixo (novas verdades). Não fique muito tempo em terreno familiar.

6.Proceda em direção à meta com etapas graduais: fatos simples e concretos que levam a ideias abstratas; idéias abstratas que acabam levando ao entendimento; compreensão que conduz à aprendizagem.

1. Ponto de Partida - Antes de iniciar a aula, descubra o que os alunos sabem sobre o assunto que você deseja ensinar. Este é o seu ponto de partida. Aproveite ao máximo o que os alunos já sabem e use seu conhecimento do assunto para incentivá-los a continuar seus estudos. Incentive os alunos a esclarecer e atualizar seus conhecimentos, falando sobre isso em sala de aula.

2. Organizar - Comece com fatos ou ideias que os alunos já conhecem e, em seguida, avance em direção ao desconhecido. Relacione cada aula o máximo possível com as aulas anteriores e com o que os alunos já sabem.

3. Proporção - os alunos mais novos não precisam de aulas muito longas ou muito difíceis. Os alunos mais velhos precisam ser desafiados e não precisam de aulas muito fáceis.

4.Progresso - Avance através da lição com passos lentos, claros (fatos conhecidos), ordenados e naturais.

Exercícios - Evite tanto quanto possível exercícios artificiais. Use ilustrações da vida real, objetos familiares e experiências pessoais para dar aulas. Verifique os exercícios no livro didático, eles se relacionam com os alunos ou precisam ser modificados? Incentive os alunos a fazerem ilustrações de sua própria experiência.

Cuidados

1. Iniciar uma nova lição sem estabelecer o que já foi aprendido por meio de lições anteriores ou experiências pessoais.

2. Falha em apontar o que os alunos já sabem.

3. Tratar cada lição como se fosse independente de todas as outras e não conectar as novas lições com as anteriores.

4. Falha em apontar a conexão entre as partes de diferentes lições e a conexão entre as partes dentro de uma lição.

5.Considerar velhas lições como mercadorias armazenadas em vez de instrumentos para uso posterior.

6. Tentar ensinar algo novo antes de explicar / compreender completamente o antigo. É difícil acrescentar algo ao desconhecido.

7. Atribuir aulas muito longas ou muito difíceis.

F. Falha em encorajar os alunos a se considerarem descobridores, exploradores. Os alunos devem ser incentivados a descobrir novas verdades por si mesmos com o que já sabem.

Sugestões.

1. Precisa de mais unidade entre as aulas? Faça pelo menos um exercício que una as verdades das lições anteriores com as verdades da lição atual. (A maioria dos exercícios dos livros didáticos se concentra na lição em questão, e não em amarrar as lições.)

H. Precisa de mais unidade dentro de uma aula? Use um plano de aula. As seções do plano devem seguir uma ordem natural levando a um objetivo - do conhecido ao desconhecido.

Usando os Conhecimentos Prévios do Aluno na Prática

A. “A verdade a ser ensinada deve ser aprendida embora a verdade já seja conhecida.”

B. Qualquer estudo, deve ser visto como muitas partes relacionadas ao todo, não como partes dispersas.

C. Os alunos bem-sucedidos são treinados para desenvolver o poder de estudar por conta própria.


5 Sugestões de atividades para Formação de Leitores

Formação de leitores através de:

1 Leitura autônoma

A leitura autônoma envolve a oportunidade de o aluno poder ler, de preferência

silenciosamente, textos para os quais já tenha desenvolvido uma certa proficiência. Vivenciando situações de leitura com crescente independência da mediação do professor, o aluno aumenta a confiança que tem em si como leitor, encorajando-se para aceitar desafios mais complexos.

Formação de leitores através de:

2 Leitura colaborativa 

A leitura colaborativa é uma atividade em que o professor lê um texto com a classe e, durante a leitura, questiona os alunos sobre os índices lingüísticos que dão sustentação aos sentidos atribuídos. É uma excelente estratégia didática para o trabalho de formação de leitores, principalmente para o tratamento dos textos que se distanciem muito do nível de autonomia dos alunos. É particularmente importante que os alunos envolvidos na atividade possam explicitar os procedimentos que utilizam para atribuir sentido ao texto: como e por quais pistas linguísticas lhes foi possível realizar tais ou quais inferências, antecipar determinados acontecimentos, validar antecipações feitas etc. A possibilidade de interrogar o texto, a diferenciação entre realidade e ficção, a identificação de elementos que veiculem preconceitos e de recursos persuasivos, a interpretação de sentido figurado, a inferência sobre a intenção do autor, são alguns dos aspectos dos conteúdos relacionados à compreensão de textos, para os quais a leitura colaborativa tem muito a contribuir. A compreensão crítica depende em grande medida desses procedimentos.

Formação de leitores através de:

3 Leitura em voz alta pelo professor

Além das atividades de leitura realizadas pelos alunos e coordenadas pelo professor, há as que podem ser realizadas basicamente pelo professor. É o caso da leitura compartilhada de livros em capítulos que possibilita ao aluno o acesso a textos longos (e às vezes difíceis) que, por sua qualidade e beleza, podem vir a encantá-lo, mas que, talvez, sozinho não o fizesse.

A leitura em voz alta feita pelo professor não é prática comum na escola. E, quanto mais avançam as séries, mais incomum se torna, o que não deveria acontecer, pois, muitas vezes, são os alunos maiores que mais precisam de bons modelos de leitores.

Formação de leitores através de:

4 Leitura programada

A leitura programada é uma situação didática adequada para discutir coletivamente um título considerado difícil para a condição atual dos alunos, pois permite reduzir parte da complexidade da tarefa, compartilhando a responsabilidade. O professor segmenta a obra em partes em função de algum critério, propondo a leitura seqüenciada de cada uma delas. Os alunos realizam a leitura do trecho combinado, para discuti-lo posteriormente em classe com a mediação do professor. Durante a discussão, além da compreensão e análise do trecho lido, que poderá facilitar a leitura dos trechos seguintes, os alunos podem

ser estimulados a antecipar eventuais rumos que a narrativa possa tomar, criando expectativas para a leitura dos segmentos seguintes. Também durante a discussão, o professor pode introduzir informações a respeito da obra, do contexto em que foi produzida, da articulação que estabelece com outras, dados que possam contribuir para a realização de uma leitura que não se detenha apenas no plano do enunciado, mas que articule elementos do plano expressivo e estético.

Formação de leitores através de:

5 Leitura de escolha pessoal

São situações didáticas, propostas com regularidade, adequadas para desenvolver o comportamento do leitor, ou seja, atitudes e procedimentos que os leitores assíduos desenvolvem a partir da prática de leitura: formação de critérios para selecionar o material a ser lido, rastreamento da obra de escritores preferidos etc. Neste caso, o objetivo explícito é a leitura em si, é a criação de oportunidades para a constituição de padrões de gosto pessoal.

25 Sugestões de Objetivos e Formas de Avaliação na Educação Infantil

  1. • Avaliação na sala de aula, visa coletar dados, formal ou informalmente, para ajudá-lo a planejar e implementar ambiente de vida
  2. • A avaliação visa estabelecer as bases para tomar decisões de estratégia de ensino apropriadas para o desenvolvimento base
  3. • A avaliação é feita para permitir o planejamento intencional para crianças individuais, a fim de atender aos seus estilos de aprendizagem individuais, suas abordagens à aprendizagem, seus interesses e seus níveis de desenvolvimento de habilidades nas mundo cognitivo
  4. • A avaliação é feita para permitir que as crianças expressem o que sabem e o que podem fazer
  5. • Avaliação é o que as crianças precisam aprender (espera-se que saibam e possam fazer) para informar o ensino
  6. •Avaliação define o que as crianças entendem, estão interessadas e são capazes de fazer - em rotinas diárias, conversas, interações e jogar
  7. • Avaliação visa quais acomodações / modificações podem ajudar as crianças com diferentes habilidades e necessidades de ser bem sucedido
  8. • Avaliação é quando e como as crianças usam materiais fornecidos em centros de aprendizagem e se podem independentemente acessar / escolher o que eles querem jogar com
  9. • Avaliação de comportamentos específicos que você observa ao invés do que você pensa / acredita que uma criança está fazendo (por exemplo, criança é olhando para o livro e respondendo perguntas em vez de: criança gosta de ler um livro)
  10. • Avaliação tem por meta a eficácia de suas estratégias de ensino
  11. • Avaliação são observações / anotações anedóticas o que você vê as crianças, como: as escolhas que fazem, como usam o espaço da sala de aula e materiais, como eles podem usar gestos / apontando para se comunicar o que você ouve as crianças dizem, como: conversas que eles têm com professores e colegas, como eles respondem perguntas
  12. • Avaliação são conversas: one-on-one e em pequenos / grandes grupos
  13. • Avaliação são amostras de trabalho
  14. • Avaliação por meio de arte e desenhos infantis
  15. • Avaliação através de fotografias, áudio, videoclipes
  16. • Avaliação por meio de questionários familiares, visitas domiciliares, reuniões
  17. • Avaliação por lista de verificação, escalas de classificação, perfis de crianças
  18. • Avaliação por portfólios: tanto de crianças quanto de professor
  19. • Avaliação é reflexão sobre seus planos de ensino e aula 
  20. • Avaliação é revisar e interpretar as informações / dados que você coletou para fazer inferências e desenhar conclusões (por exemplo, o que isso lhe diz? o que isso significa?)
  21. • Avaliação é ter a mente aberta com suas descobertas e explorar hipóteses variadas de significado
  22. • Avaliação é se baseia em decisões instrucionais sobre o que você entende sobre o que você vê e ouve (seu observações) e a conclusão dos dados ao longo do tempo
  23. • Avaliação é usar os resultados para planejar intencionalmente crianças individuais e fornecer o apoio necessário para bem sucedido
  24. • Avaliação é incorporar os resultados em planos de aula, metas e objetivos
  25. • Avaliação é usar os dados para informar as famílias sobre o progresso e aprendizado de seus filhos. Mostre às famílias as fotos, desenhos e amostras de trabalho de seu filho
  26. • Avaliação é usar dados para fazer sugestões à administração, mudanças nas políticas e procedimentos, necessidades de materiais de sala de aula e apoio da comunidade (para toda a turma ou para crianças individuais)

Avaliação é verificar metas de aprendizado diariamente para cada criança e incorpore as em seu plano de aula

Dicas para Atividades para Educação Infantil: Rotinas

  • Tempo de jogo! Blocos, peças dramáticas, peças externas, manipulativos, materiais de arte
  • Leitura! Ler sozinho ou ser lido individualmente ou em grupo
  • Cantando músicas! Participar de músicas de grupo ou impressões digitais
  • Comendo! Café da manhã, lanche, almoço ou jantar
  • Em repouso! Cochilando, dormindo, passando um tempo tranquilo sozinho
  • Cuidando de si mesmo! Banheiro, lavando, se vestindo
  • Transição! Chegando à escola e indo para casa, mudando de atividade durante o dia
  • Outras?? 


Fonte: Chr Reeves 4 de junho de 1996

 Adaptado de COPEC 1992 Fonte: http://www.auburn.edu/~brocksj/4360/Chapter1.ppt. 

Fontes: 
http://www.educationworld.com/a_lesson/lesson/lesson342.shtml
http://www.cafepedagogique.net/lesdossiers/Pages/2012/rentree2012_anglais_activites.aspx
http://www.ipsicologia.com/tips-docentes/indice-alfabetico/item/63-el-primer-d%C3%ADa-de-clases
https://raulsolbes.com/2015/09/10/mi-primer-dia-de-clase-la-importancia-de-la-primera-impresion/
http://burbujitaas.blogspot.com.br/2012/01/actividades-para-los-primeros-dias-de.html

https://www.edsys.in/tips-keep-students-engaged-classroom/
https://www.teachervision.com/classroom-management/top-10-motivation-tips-classroom
https://www.cambridgeenglish.org/images/168881-tkt-module-1-motivation.pdf
https://files.eric.ed.gov/fulltext/ED499496.pdf
https://www.education.udel.edu/wp-content/uploads/2013/01/MotivatingAcademicLearning.pdf
https://www.sreb.org/sites/main/files/file-attachments/13v06w.pdf
https://ncchildcare.ncdhhs.gov/PDF_forms/EESLPD_Teacher_Manual_Section_5.pdf

Qual é a importância da informática na educação?

 

Qual é a importância da informática na educação? Projetos de informática na educação foram muitos comuns nas últimas décadas. 


Qual é a importância da informática na educação? 



Informática na Educação: Desafios tecnológicos.


É importante que os professores vejam a aquisição de habilidades em informática como uma necessidade e fazer movimento crucial para desenvolver novas competências em tecnologia da informação. 

Falando de informática na educação e tecnologia educativa.



Sem jogo de palavras, em alguns textos da bibliografia especializada podemos encontrar citações no sentido de que a história da informática educativa no Brasil tem início na década de 70 Na década, quando pela primeira vez foi discutida a utilização do computador no ensino, em seminário realizado pela Universidade de São Carlos. Se quisermos sair da esfera nacional, há quem diga que a história do uso da informática na educação tem início em 1924, o Dr. Sidney Pressers inventou uma máquina que corrigisse testes de múltipla escolha e, no início da década de 50, Skinner propôs uma máquina para ensinar usando o conceito de instrução programada, que consistia em dividir o material em módulos sequências, contendo uma questão que o aluno deveria responder. Essa é uma versão muito resumida da história da informática educativa. Sugiro uma pesquisa bibliográfica.

Afinal, o que é informática educativa?



Antes de responder essa pergunta temos que responder outra. Qual é a diferença entre uso de Tecnologia na Educação e Informática na Educativa? Eu penso que a primeira abrange a segunda. Tecnologia na educação seria o uso de qualquer recurso tecnológico, enquanto informática educativa uma metodologia específica. Então respondemos a primeira pergunta, informática educativa seria uma prática pedagógica para aplicação de tecnologias na educação, ou seja, utilização de ferramentas e aplicações no intuito de gerar benefícios no processo de ensino aprendizagem. Uma visão pessoal. Sugiro uma consulta a bibliografia.
Qual é a importância da informática na educação?


Segundo os PCNs – Ciências, o “domínio da informática é só um dos aspectos de um novo e amplo complexo de relações da atualidade social e produtiva, na qual conhecimento e informação são pelo menos tão preciosos quanto materiais e energia”.

A escola deve se apropriar dessas transformações e fazer do espaço escolar a principal fonte de obtenção desses conhecimento e informação tão preciosos.

Sala de aula, laboratório de informática educativa, jogos educativos, programas e projetos de uso de novas tecnologias, devem estar inseridos em um contexto de compatibilização do uso das tecnologias às necessidades de seus alunos e aos objetivos pedagógicos que se dispõe a atingir, privilegiando uma visão interdisciplinar do conhecimento.



Há recursos e condições para uso de tecnologias em educação?




Certamente, não é fácil manter uma sala de computadores funcionando de modo adequado e permanente, sobretudo, em uma escola pública. Para manter, por exemplo, um laboratório de informática educativa, é necessário uma infra-estrutura bem organizada de gerenciamento e de manutenção das máquinas, para que funcionem bem de manhã à noite, durante toda a semana e todo o ano, especialmente quando passar o efeito da novidade, bem como, que sejam renovados e protegidos.

Por fim, é necessário capacitação continuada dos professores para atuarem com essa nova realidade. Nossa experiência com treinamento de professores demonstrou que essa capacitação deve ser contínua. Outro desafio é a informática educativa na educação infantil. Elaborar atividades de para ensino infantil com aula no contexto do uso das novas tecnologias é desafiador. É importante a realização de projetos, com atividades adequadas para ensinar, na educação infantil com o uso de tecnologias, sendo necessário planejamento e organização. Hoje, existem vários cursos de especialização, bem como, de mestrado e doutorado, específicos para uso de tecnologias na educação formando profissionais que contribuem para o fechamento desse círculo.


Informática na escola



O uso das tecnologias disponíveis na escola é potencializado quando a equipe gestora está preparada para a utilização de um ambiente informatizado, incorporando-o ao trabalho de gestão esse tema já foi questionado em concursos para Administrador Escolar como na Prefeitura de Florianópolis que considerou:


  1. Não basta conhecer e usar as novas tecnologias da informação e comunicação. É preciso que os gestores as incorporem às suas práticas, fazendo uso constante delas em seu ambiente de trabalho.
  2. Programas como o Urânia, FACE ou i-Educar são exemplos de softwares que potencializam importantes processos escolares como registro de notas, cadastro de alunos, montagem de horários de aulas ou gestão do acervo de bibliotecas escolares.
  3. A Plataforma Moodle, além de ser uma ferramenta pedagógico-educativa, voltada para a qualificação das relações de aprendizado, também pode ser um importante apoio para a atividade de registro cartorial e criação de cursos que possibilitem a interação entre os integrantes de uma comunidade educativa.
  4. O uso das tecnologias na gestão escolar revela novos papéis dos seus profissionais – como organizadores de informações, criadores de significados e líderes – na tomada compartilhada de decisões.



Laboratório de informática fornecidos pelo governo



Um estudo realizado por Chinasa R. O e A. I. Odo traz informações sobre a percepção de professores sobre a necessidade de professor fixo no laboratório de informática de escola secundária em escolas da Zona Educação Nsukka. A pesquisa revelou que a necessidade de laboratório de informática funcional em escolas secundárias na Zona Educação Nsukka é adequada. Este resultado não foi inesperado, considerando a formação educacional das pessoas estudadas.  Em resumo a pesquisa conclui que:


  1. O governo não proporciona um ambiente favorável para a educação científica e tecnológica como prioridade, pois, deveria fornecer laboratórios de informática funcionais que incentiva e motiva pesquisadores e estudantes por meio eficaz e coordenação.
  2. Os governos devem ser responsáveis ​​pelo fornecimento de infra-estrutura adequada para as escolas e conclui que este deve assumir a responsabilidade de fornecer infra-estruturas básicas necessárias à aquisição de computadores e competências, o que deverá incluir o fornecimento de laboratórios funcionais.
  3. Os governos devem  propor políticas de tecnologia para impulsionar o sistema estabelecido e também fornecer as infra-estruturas necessárias e Ambiente de laboratório, não só para a redução evasão, mas também para servir como veículo
Pergunta-se há necessidade de laboratório de informática na educação?

Veja também



Referências:

Odo, Chinasa R, Odo A. I.  Teachers’ Perception of the Need for Functional Computer Laboratories in Secondary Schools in Nsukka Education Zone - Journal of Educational and Social Research ISSN 2239-978X(Print) ISSN 2240-0524(Online) Vol 4, No 7 (2014) Disponível em <http://www.mcser.org/journal/index.php/jesr/article/view/5307,> acessado em 15/11/2016

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais : ciências naturais / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997.

Competências específicas de linguagens para o Ensino Fundamental na BNCC

 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LINGUAGENS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL 

1. Compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais. 

2. Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e linguísticas) em diferentes campos da atividade humana para continuar aprendendo, ampliar suas possibilidades de participação na vida social e colaborar para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. 

3. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao diálogo, à resolução de conflitos e à cooperação. 

4. Utilizar diferentes linguagens para defender pontos de vista que respeitem o outro e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, atuando criticamente frente a questões do mundo contemporâneo. 

5. Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade, bem como participar de práticas diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas. 

6. Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos.

Competências específicas de linguagens para o Ensino Fundamental na BNCC

Veja também

Fonte

BNCC

Os fundamentos pedagógicos da BNCC

 Os fundamentos pedagógicos da BNCC 

Acompanhe na íntegra os Fundamentos pedagógicos da BNCC conforme texto original.


Foco no desenvolvimento de competências 


O conceito de competência, adotado pela BNCC, marca a discussão pedagógica e social das últimas décadas e pode ser inferido no texto da LDB, especialmente quando se estabelecem as finalidades gerais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio (Artigos 32 e 35). 

Além disso, desde as décadas finais do século XX e ao longo deste início do século XXI9, o foco no desenvolvimento de competências tem orientado a maioria dos Estados e Municípios brasileiros e diferentes países na construção de seus currículos10. É esse também o enfoque adotado nas avaliações internacionais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que coordena o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês)11, e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, na sigla em inglês), que instituiu o Laboratório Latino-americano de Avaliação da Qualidade da Educação para a América Latina (LLECE, na sigla em espanhol). 

Ao adotar esse enfoque, a BNCC indica que as decisões pedagógicas devem estar orientadas para o desenvolvimento de competências. Por meio da indicação clara do que os alunos devem “saber” (considerando a constituição de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores) e, sobretudo, do que devem “saber fazer” (considerando a mobilização desses conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho), a explicitação das competências oferece referências para o fortalecimento de ações que assegurem as aprendizagens essenciais definidas na BNCC

O compromisso com a educação integral 

A sociedade contemporânea impõe um olhar inovador e inclusivo a questões centrais do processo educativo: o que aprender, para que aprender, como ensinar, como promover redes de aprendizagem colaborativa e como avaliar o aprendizado. 

No novo cenário mundial, reconhecer-se em seu contexto histórico e cultural, comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, aberto ao novo, colaborativo, resiliente, produtivo e responsável requer muito mais do que o acúmulo de informações. Requer o desenvolvimento de competências para aprender a aprender, saber lidar com a informação cada vez mais disponível, atuar com discernimento e responsabilidade nos contextos das culturas digitais, aplicar conhecimentos para resolver problemas, ter autonomia para tomar decisões, ser proativo para identificar os dados de uma situação e buscar soluções, conviver e aprender com as diferenças e as diversidades. 

Nesse contexto, a BNCC afirma, de maneira explícita, o seu compromisso com a educação integral. Reconhece, assim, que a Educação Básica deve visar à formação e ao desenvolvimento humano global, o que implica compreender a complexidade e a não linearidade desse desenvolvimento, rompendo com visões reducionistas que privilegiam ou a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva. Significa, ainda, assumir uma visão plural, singular e integral da criança, do adolescente, do jovem e do adulto – considerando-os como sujeitos de aprendizagem – e promover uma educação voltada ao seu acolhimento, reconhecimento e desenvolvimento pleno, nas suas singularidades e diversidades. Além disso, a escola, como espaço de aprendizagem e de democracia inclusiva, deve se fortalecer na prática coercitiva de não discriminação, não preconceito e respeito às diferenças e diversidades.

 Independentemente da duração da jornada escolar, o conceito de educação integral com o qual a BNCC está comprometida se refere à construção intencional de processos educativos que promovam aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes e, também, com os desafios da sociedade contemporânea. Isso supõe considerar as diferentes infâncias e juventudes, as diversas culturas juvenis e seu potencial de criar novas formas de existir. 

Assim, a BNCC propõe a superação da fragmentação radicalmente disciplinar do conhecimento, o estímulo à sua aplicação na vida real, a importância do contexto para dar sentido ao que se aprende e o protagonismo do estudante em sua aprendizagem e na construção de seu projeto de vida.

Os fundamentos pedagógicos da BNCC

Veja também

Fonte

BNCC

Saiba quais são Os marcos legais que embasam a BNCC

Os marcos legais que embasam a BNCC 

1. A Constituição Federal de 1988

Dentre os Os marcos legais que embasam a BNCC citamos primeiro a Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 205, que segundo a BNCC reconhece a educação como direito fundamental compartilhado entre Estado, família e sociedade ao determinar que 

  • a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho (BRASIL, 1988). 

De acordo com a BNCC para atender a tais finalidades no âmbito da educação escolar, a Carta Constitucional, no Artigo 210, já reconhece a necessidade de que sejam “fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais” (BRASIL, 1988). 

2. LDB, no Inciso IV de seu Artigo 9º

A LDB também está entre os marcos legais que embasam a BNCC, segundo a BNCC com base nesses marcos constitucionais, a LDB, no Inciso IV de seu Artigo 9º, afirma que cabe à União

  •  estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar formação básica comum (BRASIL, 1996; ênfase adicionada). 
O texto da Base Nacional Curricular informa que nesse artigo, a LDB deixa claros dois conceitos decisivos para todo o desenvolvimento da questão curricular no Brasil. O primeiro, já antecipado pela Constituição, estabelece a relação entre o que é básico-comum e o que é diverso em matéria curricular: as competências e diretrizes são comuns, os currículos são diversos. O segundo se refere ao foco do currículo. Ao dizer que os conteúdos curriculares estão a serviço do desenvolvimento de competências, a LDB orienta a definição das aprendizagens essenciais, e não apenas dos conteúdos mínimos a ser ensinados. Essas são duas noções fundantes da BNCC.

3.Artigo 26 da LDB


A relação entre o que é básico-comum e o que é diverso é retomada no Artigo 26 da LDB, que determina que

  • os currículos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos (BRASIL, 1996; ênfase adicionada). 

4. Lei nº 13.005/20147 promulgou o Plano Nacional de Educação (PNE)


Por fim, como um dos marcos legais que embasam a BNCC temos a Lei nº 13.005/2014. Para a BNCC o conhecimento curricular contextualizado pela realidade local, social e individual da escola e do seu alunado, que foi o norte das diretrizes curriculares traçadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) ao longo da década de 1990, bem como de sua revisão nos anos 2000. Em 2010, o CNE promulgou novas DCN, ampliando e organizando o conceito de contextualização como “a inclusão, a valorização das diferenças e o atendimento à pluralidade e à diversidade cultural resgatando e respeitando as várias manifestações de cada comunidade”, conforme destaca o Parecer CNE/CEB nº 7/20106. Em 2014, a Lei nº 13.005/20147 promulgou o Plano Nacional de Educação (PNE), que reitera a necessidade de

  • estabelecer e implantar, mediante pactuação interfederativa [União, Estados, Distrito Federal e Municípios], diretrizes pedagógicas para a educação básica e a base nacional comum dos currículos, com direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento dos(as) alunos(as) para cada ano do Ensino Fundamental e Médio, respeitadas as diversidades regional, estadual e local (BRASIL, 2014). 
Nesse sentido, consoante aos marcos legais anteriores, o PNE afirma a importância de uma base nacional comum curricular para o Brasil, com o foco na aprendizagem como estratégia para fomentar a qualidade da Educação Básica em todas as etapas e modalidades (meta 7), referindo-se a direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento.


Em 2017, com a alteração da LDB por força da Lei nº 13.415/2017, a legislação brasileira passa a utilizar, concomitantemente, duas nomenclaturas para se referir às finalidades da educação:

  • Art. 35-A. A Base Nacional Comum Curricular definirá direitos e objetivos de aprendizagem do ensino médio, conforme diretrizes do Conselho Nacional de Educação, nas seguintes áreas do conhecimento [...] 
  • Art. 36. § 1º A organização das áreas de que trata o caput e das respectivas competências e habilidades será feita de acordo com critérios estabelecidos em cada sistema de ensino (BRASIL, 20178; ênfases adicionadas).  
Trata-se, portanto, de maneiras diferentes e intercambiáveis para designar algo comum, ou seja, aquilo que os estudantes devem aprender na Educação Básica, o que inclui tanto os saberes quanto a capacidade de mobilizá-los e aplicá-los.

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João 3 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.