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Prepare um Vídeo Eficaz para Aula Virtual Online

Prepare um Vídeo Eficaz para Aula Virtual Online


Com o crescimento da aula virtual, sobretudo com a quarentena e confinamento em virtude da Pandemia, cada vez mais é necessário que saber prepara um vídeo para uma aula virtual e plataformas como youtube e google class.

Prepare
Tudo o que você precisa fazer antes das câmeras começarem a gravar:

• Preparar a logística agora, para que você não precise corrigir problemas mais tarde. Esta etapa economizará muito tempo.
• Onde você gravará? Você tem um local adequado? Defina o cenário e local, longe de ruídos de preferência.
 Qual equipamento você precisa? Hoje com um celular já é possível preparar sua aula.
 Quem ou o que está sendo gravado? Você pode gravar a si mesmo apresentando a aula ou gravar somente a tela enquanto explica o conteúdo
 Quais tipos, áudio ou outros mídia vou precisar?

Para criar uma aula bem-sucedida, há várias coisas para que deve ter em mente:
➢ Mantenha o foco - em vez de gravar uma hora de aula sobre toda a unidade, concentre-se em um tópico específico.
➢ Seja breve: vídeos mais longos podem trazer dificuldades para os alunos.
➢ Não leia a tela - o áudio e visual são componentes que devem se complementar, não

repitam um ao outro. Não fique lendo a tela.


Pratique seus scripts, treine para câmeras antes de começar a gravar.


 Minimizar movimentos desnecessários da câmera e verifique se o foco foi configurada corretamente antes de começar a gravar
 Mantenha o posicionamento adequado na câmera
Posicione-se na câmera de acordo com a regra dos cotovelos e pulsos: quando você estica os braços, a borda da tela fica entre os cotovelos e os pulsos.
 Use close-ups criteriosamente.
 É importante que os participantes vejam as expressões faciais de você ou de outro orador, mas lembre-se de que a câmera é muito sensível ao movimento e exagera os olhos piscantes, as mãos em movimento ou a mudança de cadeira.
 Durante o processo, não desanime se você cometer um erro; você sempre pode fazer outra tomada. 


Para um vídeo ser eficaz você deve:


 Manter entusiasmo em relação à tecnologia e ao assunto. Os alunos terão dificuldade em prestar atenção se o assunto não for apresentado de uma maneira interessante ou se o facilitador estiver tenso ou entediado.
 Vá além do modelo de "cabeça falante" e torne a sessão o mais interativa possível.
 Fale com uma voz forte e clara
 Aproveite o sistema para se comunicar naturalmente , usando inflexão de tom e linguagem corporal.
 Use recursos audiovisuais. Como em qualquer ambiente instrucional, o uso eficaz de recursos audiovisuais pode melhorar muito o ensino a distância.
 Você pode usar imagens, objetos e clipes de áudio ou vídeo da mesma forma que faria em uma aula normal, com algumas ressalvas
 Preste atenção à proporção da tela.
 Também é seguro usar uma orientação "paisagem" com um limite de 3 polegadas, sem texto.
 Os espectadores remotos agradecerão se não precisarem apertar os olhos para ver algum texto.
 Eles também apreciarão fontes simples e informações concisas e com marcadores.
 Use cores no meio do espectro de cores.
 Da próxima vez que o noticiário da televisão estiver ligado, preste atenção nas cores escolhidas para os gráficos.
 Você não verá muito preto no branco, porque simplesmente não fica bem na tela.
 Amarelo no azul é comum, no entanto, porque apresenta uma imagem clara e legível.

Reserve um tempo para visualizar os gráficos.
Exiba o material de texto (ou seja, gráfico ou lista) por tempo suficiente para um leitor mais lento ler. O material não textual geralmente requer menos tempo (3-4 segundos).


Em geral, é melhor manter os segmentos de vídeo breves.


Uma vídeo aula virtual eficaz tem Foco na interação


 Inspirar a motivação do aluno é importante em qualquer ambiente de aprendizagem, mas é fundamental em uma situação de ensino à distância.
 Aumente a excitação perceptiva com o uso de eventos novos, surpreendentes, incongruentes e incertos.
 Aumentar o interesse da investigação, estimulando o comportamento de busca de informações; colocar ou fazer com que o aluno gere perguntas ou problemas para resolver.
 Manter o interesse variando os elementos da instrução
 Relevância. Enfatize a relevância dentro das instruções para aumentar a motivação.
 Use linguagem e exemplos concretos com os quais os alunos estejam familiarizados.
 Forneça exemplos e conceitos relacionados às experiências e valores anteriores dos alunos. 
 Apresentar declarações e objetivos orientadores das metas.
 Explique a utilidade da instrução para usos presentes e futuros.
 Incorporar variedade nas instruções para manter o interesse e a motivação altos .
 Use recursos visuais ou sons relevantes para ilustrar pontos
 Mesmo com instrutores emocionantes, ninguém quer assistir a uma conversa por horas, portanto, garanta que os alunos tenham a oportunidade de desviar a atenção da tela.
 Atribua atividades para pequenos grupos com uma tarefa que pode ser discutida posteriormente. 
 Marque uma pausa em uma atividade para dar aos alunos a chance de se alongar e conversar.
 Alunos altamente motivados em uma lição bem focada podem tolerar longas palestras, mas, como regra geral, não dê palestras por mais de 15 minutos ao mesmo tempo.
Em vez disso, alterne palestras com atividades ou discussões.

Como a variedade é tão atraente, reduza a possível distração da tela postando uma imagem estática. Embora esperemos que uma tela "ocupada", músicas ou conversas possam distrair os alunos do aprendizado.

Diálogo e Incentivar
 Fazer uma pergunta pode ser assustador para os alunos, especialmente se isso significa que eles devem chamar a atenção de um professor remoto e conversar com uma tela de TV.
 O contato visual e o uso de nomes ajudam a tornar os alunos mais confortáveis.
 Essas habilidades pessoais são óbvias e naturais em uma sala de aula "ao vivo", mas podem parecer estranhas em uma situação de ensino à distância.
 "Contato com os olhos" significa olhar para a câmera e o monitor
 Disponibilize um e-mail para perguntas e comentários.
Prepare um Vídeo Eficaz para Aula Virtual Online

Planejando o vídeo - uma matriz de plano de aula
 Ao criar uma lição para o vídeo bidirecional, é importante planejar com a interação em mente.
 Considere preparar uma matriz de lições que inclua o seguinte:
 Resultados dos Alunos: O que você espera que seus alunos realizem?
Métodos e atividades: Como você transmitirá o tópico (palestra, atividade prática de discussão)?
 Materiais: Quais recursos audiovisuais, folhetos etc. você usará para apoiar suas instruções?
 Tempo: Quanto tempo levará?
 Sugestões para o equipamento: Você precisa mostrar uma "folha de instruções" com a câmera de documentos ou reproduzir um clipe de áudio?

Manual de Redação da Presidência da República

A terceira edição do Manual de Redação da Presidência da República foi aprovada pela Portaria nº 1.369, de 27 de dezembro de 2018, publicada no Diário Oficial da União de 28 de dezembro de 2018.

Clique aqui para baixar o Manual de Redação da Presidência da República em PDF







Histórico


Em 1991, foi publicado o Decreto 100.000, autorizando a criação de uma Comissão para revisar, simplificar e padronizar as regras de redação de atos oficiais utilizados desde 1937. Em seguida, foi apresentada a primeira edição do Manual de Redação da Presidência da República.

O texto foi dividido em duas partes. A primeira tratava de comunicações oficiais, com a definição de normas e um resumo gramatical, e a segunda tratava do processo legislativo e da elaboração de atos normativos pelo Poder Executivo.

Já a Portaria 91/2002 autorizou a segunda edição do Manual que  foi publicada, revisada e atualizada. As principais mudanças ocorreram na adequação das formas de comunicação com base nos avanços da tecnologia da informação.


Alterações 


A principal mudança diz respeito à extinção dos formatos de memorando e aviso, e a implantação do chamado “padrão ofício” como documento oficial único.

Nessa nova edição foi abolido o uso do memorando e passou-se a utilizar somente o ofício. Dessa maneira, o ofício continuará a ser o documento expedido para e pelos órgãos da administração pública para comunicação entre si e também com particulares, mas também será o tipo de correspondência expedido entre unidades ou setores de um mesmo órgão.


Decreto sobre as Formas de Tratamento


Decreto n. 9.758/2019, regulamentou o uso da forma de tratamento e de endereçamento nas comunicações com agentes públicos da administração pública federal.

Clique aqui para ver o Decreto
Manual de Redação da Presidência da República

Manual de Redação da Presidência da República e concursos


O Manual de Redação da Presidência da República é muito cobrado em concursos públicos. Para os candidatos é importante fazer um bom resumo das alterações e ter sempre o documento atualizado.  Analise o edital e as questões se a pergunta está baseada somente no manual ou decreto 9.758/19.

Fonte: www.planalto.gov.br/legislacao

Educação Financeira: Por que você precisa ter um Cartão de Crédito?

 Você realmente precisa ter um cartão de crédito?

Um cartão de crédito dá a uma pessoa acesso a crédito financeiro - que significa dinheiro que você pede emprestado para comprar algo ou pagar algo e que você é responsável por reembolsar integralmente (muitas vezes com interesse). 

Baixe aqui esse Ebook em PDF

Muitos brasileiros têm cartão de crédito. Na verdade, em média o consumidor pode ter vários cartões de crédito. Porém, a educação financeira não é algo ensinado nas escolas, tampouco para os universitários.

Mais e mais pessoas usam seus cartões de crédito para fazer compras online e pessoalmente, pagar contas e até mesmo controlar seus gastos. 

Alguns cartões de crédito oferecem benefícios como reembolso em compras ou pontos que você pode coletar para obter descontos. 

Ao escolher um cartão de crédito, é útil parar e pesquisar e encontrar o cartão que funciona para você.

É importante para manter o cartão - e o número do cartão de crédito - ter seguros para que não possam ser roubados. 

Aprender a usar cartões de crédito com segurança pode ajudá-lo a gerenciar e proteger seu dinheiro

Certifique-se de que entendam o vocabulário chave:

° Taxa Anual: O custo do empréstimo dinheiro em uma base anual, expressa como uma taxa percentual.

° Crédito: pedir dinheiro emprestado ou ter o direito de pedir emprestado dinheiro, para comprar algo. Normalmente significa que você está usando um cartão de crédito, mas também pode significar que você obteve um empréstimo.

° Cartão de crédito: um empréstimo em aberto que permite que você peça dinheiro emprestado até um determinado limite e transportar um saldo não pago de mês para mês. Não há um prazo fixo para pagar o empréstimo, desde que você faça o pagamento mínimo devido a cada mês. (Você pode pagar o saldo do empréstimo integralmente todos os meses ou carregá-lo.). ATENÇÃO! Você paga juros sobre qualquer saldo pendente do empréstimo do cartão de crédito.

° Limite de crédito: Este é um limite estabelecido pela administradora do cartão de crédito sobre quanto você pode cobrar no cartão emitido para você. Você pode usar seu cartão de crédito para fazer compras até o seu limite de crédito.

° Período de carência: O número de dias que você tem que pagar sua conta integralmente antes encargos financeiros começam. Sem este período, você pode ter que pagar juros de a data em que você usa seu cartão ou quando a compra é lançada em sua conta.


O que é crédito?

O crédito permite que você compre coisas agora e pague por elas depois. Você tem que pagar uma taxa, chamada juros, para crédito. Os tipos de crédito mais comuns são cartões de crédito e empréstimos. Se você tiver crédito, você pode estar em dívida. Isso significa que você deve dinheiro à pessoa ou empresa que lhe deu o crédito.

Quem tem crédito?

A maioria dos adultos tem cartões de crédito e um empréstimo para um carro ou uma casa. O crédito pode ajudá-lo a administrar seu dinheiro, mas você deve usar crédito com muito cuidado.

Por que as pessoas têm crédito?

A maioria das tem cartões de crédito e empréstimos. Se você usar o crédito com cuidado, pode ser muito útil. A melhor maneira de usar o crédito é usá-lo para comprar algo isso vai durar muito tempo. Por exemplo, para comprar uma casa, para comprar um carro ou estudar. 


Então decida: Você realmente precisa ter um cartão de crédito?

Educação Financeira: Por que você precisa ter um cartão de crédito?


No Brasil o Cartão de Crédito é oferecido por grandes bancos como Santander, Banco Do Brasil, Itaú, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Nubank e lojas como Americanas, Carrefour, outros com linhas de fácil aprovação e até internacional.


Fonte Consumer Finance



15 Questões de Língua Portuguesa de Concurso Público

15 Questões de Língua Portuguesa de Concurso Público

LÍNGUA PORTUGUESA (AOCP/2015/Guararapes)

Medo de ser feliz 

De onde vem a sensação de que a nossa felicidade pode ser destruída a qualquer momento? IVAN MARTINS Por uma razão ou outra, a gente vive com medo. A sensação de que as coisas podem repentinamente dar errado faz parte da nossa essência, eu acho. Alguns a têm mais forte; outros, mais fraca. Mas a ansiedade essencial em relação ao futuro está lá, em todos nós – mesmo quando estamos apaixonados e contentes. Ou, sobretudo, quando apaixonados e contentes. [...] 

Já vi pessoas ficarem com tanto medo do futuro que detonam o presente. É uma espécie de pânico em câmera lenta. O sentimento de desastre iminente é tão forte, a sensação de insegurança é tão grande, que a pessoa conclui (mesmo que seja de maneira inconsciente) que é melhor chutar logo o pau da barraca e sair correndo, em qualquer direção – deixando para trás o relacionamento, o emprego, o futuro e tudo o mais que estava dando certo e por isso mesmo parecia estar sob ameaça. É uma piração, claro, mas gente normal faz essas coisas todos os dias. 

Existe uma coisa chamada medo de ser feliz. Não estou falando daquele clichê sobre as pessoas terem medo de se entregar ao sentimento do amor e por isso não darem bola ao que sentimos por ela. Em geral, essa situação esconde um equívoco: a pessoa em questão não sente nada relevante por nós, mas preferimos acreditar que ela tem “medo de amar”. É uma ficção que protege a nossa auto-estima e rende uma boa história para contar aos amigos. Mas quase nunca é verdade. 

Existem, porém, pessoas tocadas por dores tão intensas, por experiências tão sofridas, que não conseguem evitar a sensação de que tudo de mau vai se repetir, de uma forma ou de outra, mais cedo ou mais tarde. Esse sentimento é ainda mais forte quando tudo vai bem e existe algo importante a ser perdido. Apaixonada e feliz, a pessoa começa a ser perseguida por seus medos: 

Sonha que vai ser abandonada, imagina que algo de errado vai acontecer com a pessoa que ama, sente, de maneira inexplicável, que aquilo de bom que ela tem está sob ameaça, e que não vai durar. 

Esse é o medo causado pela felicidade. 

Em alguns, ele está à flor da pele. Em outros, esconde-se sob outros sentimentos e se manifesta de forma subterrânea. Mas, como eu disse no início, acho que ninguém está livre da sensação secreta de desastre. Todos têm traumas. Todos passaram por momentos difíceis na infância, quando não éramos capazes de entender e de nos proteger. Muitos de nós, menos afortunados, sofreram perdas terríveis, precoces, que deixaram uma profunda sensação de desamparo. Essas coisas provocam marcas que se refletem na forma como lidamos com o amor e com a sensação de felicidade. Alguns, de forma leve e otimista. Outros, de maneira pesada e pessimista. É um traço de personalidade, uma consequência da história de cada um. A gente ama como vive, cada um à sua maneira. 

Isso não quer dizer que as coisas não mudem e não possam se tornar melhores e mais fáceis. 

A gente se acostuma com tudo, até com a sensação de felicidade. No início ela nos apavora e desperta todos os medos e pressentimentos. Depois, a gente vai se habituando. Percebe que o Fulano não vai sumir de uma hora para outra. Que as pessoas no trabalho não nos acham uma fraude. Que a família, os amigos, as relações sociais que construímos são sólidas e não irão desmoronar de uma hora para outra. 

Com o tempo, enfim, a gente relaxa e a maldita sensação de precariedade enfraquece. De alguma forma, a gente se acostuma a estar feliz e a se sentir seguro. Amado também, o que é muito, muito importante. Em algum momento, a gente começa a desfrutar da nossa existência e os medos recuam para segundo ou terceiro plano. Então um dia, numa manhã qualquer, diante da cafeteira fumegante, a gente talvez seja capaz de perceber – quem diria – que não está com tanto medo assim de ser feliz. Grande dia esse na história da nossa vida. 

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2014/07/medo-de-bser-felizb.html 


1. Em relação ao período “A sensação de que as coisas podem repentinamente dar errado faz parte da nossa essência, eu acho.”, a expressão em destaque demonstra 

(A) uma certeza científica em relação ao que o autor afirma anteriormente. 

(B) que várias pessoas compartilham da mesma opinião do autor em relação ao que foi dito anteriormente. 

(C) que o autor não concorda com a afirmação feita anteriormente. 

(D) que a afirmação anterior é uma consideração do autor. (E) que o autor encontrou algo que tinha perdido anteriormente. 


2. De acordo com o texto, é correto afirmar que, EXCETO

 (A) não é conhecido exatamente o motivo pelo qual nós vivemos com medo. 

(B) a sensação de que as coisas podem de repente dar errado é comum a todos, o que muda é seu grau de intensidade. 

(C) a ansiedade essencial em relação ao futuro, independente dos sentimentos que nos acompanham, é comum a todos. 

(D) o medo do futuro leva algumas pessoas a destruir o momento que estão vivenciando. 

(E) o medo do futuro tem relação com a nossa mínima sensação de insegurança referente ao que irá acontecer. 


3. Em “... a pessoa conclui (mesmo que seja de maneira inconsciente) que é melhor chutar logo o pau da barraca e sair correndo...”, os parênteses foram utilizados para intercalar 

(A) uma reflexão concessiva do autor em relação ao que ele afirma. 

(B) uma reflexão explicativa do autor em relação ao que ele afirma. 

(C) uma nota emocional expressa de forma interrogativa. 

(D) uma oração que possui um verbo declarativo. 

(E) uma reflexão comparativa do autor em relação ao que ele afirma. 


4.Em “É uma piração...”, são sinônimos do termo destacado, EXCETO 

(A) maluquice. 

(B) lucidez. 

(C) doidice. 

(D) loucura. 

(E) doideira


5. Assinale a alternativa em que o termo destacado é um pronome relativo.

(A) “Sonha que vai ser abandonada.”.

(B) “É uma ficção que protege a nossa auto-estima.”.

(C) “... a pessoa conclui [...] que é melhor chutar logo o pau da barraca...”.

(D) “Percebe que o Fulano não vai sumir de uma hora para outra.”

(E) “Isso não quer dizer que as coisas não mudem...”.


6. Sobre a oração “Alguns a têm mais forte...”, écorreto afirmar que

(A) não há sujeito na oração.

(B) não existe concordância entre o verbo “têm” e o sujeito da oração, porque “ter” é um verbo

impessoal.

(C) o acento no verbo “têm” é marca de singular.

(D) “Alguns” é um termo acessório da oração.

(E) o verbo “têm” apresenta acento diferencial de plural para concordar com “Alguns”.


7. Em “Esse é o medo causado pela felicidade.”, o termo destacado

(A) retoma o que está expresso no parágrafo anterior.

(B) tem função de predicado da oração.

(C) introduz o que virá no parágrafo posterior.

(D) é um termo acessório da oração.

(E) está grafado incorretamente.


8. Em “a pessoa em questão não sente nada relevante por nós, mas preferimos acreditar

que ela tem ‘medo de amar’.”, o termo destacado NÃO pode ser substituído por

(A) contudo.

(B) porém.

(C) portanto.

(D) entretanto.

(E) todavia


9. Em “Em alguns, ele está à flor da pele.”, o uso da crase justifica-se

(A) para atender a regência do verbo “estar”.

(B) para atender a regência do nome “pele”.

(C) por tratar-se de uma locução conjuntiva de base feminina.

(D) por tratar-se de uma locução cristalizada de base feminina.

(E) para atender à regência do nome “flor”


10. Em “... uma boa história para contar aos amigos.”, a expressão destacada é

(A) adjunto adverbial.

(B) objeto direto.

(C) predicativo do objeto.

(D) objeto indireto.

(E) agente da passiva.


11. “Desastre Iminente” é aquele que

(A) está acontecendo.

(B) ameaça acontecer em breve.

(C) já aconteceu.

(D) acontecerá em um futuro muito distante.

(E) tem data e tempo, exatamente marcados, para acontecer.


12. Assinale a alternativa correta em relação à ortografia dos pares.

(A) Sólida – solidez.

(B) Detonar – detonasão.

(C) Iminente – iminênscia.

(D) Intensão – intensional.

(E) Ansiedade – ansiozo.


13. “Sonha que vai ser abandonada.” é um período

(A) que apresenta sujeito simples.

(B) que apresenta sujeito composto.

(C) sem sujeito.

(D) que apresenta sujeito indeterminado.

(E) em que o sujeito está oculto.


14. Em “Esse sentimento é ainda mais forte quando tudo vai bem...”, a oração destacada

estabelece, no período, uma relação de

(A) finalidade.

(B) causa.

(C) tempo.

(D) consequência.

(E) concessão.


15. Em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta.

(A) Fazem três meses que não a vejo.

(B) Havia muitas manifestações favoráveis ao movimento.

(C) Fazem quatro anos que entrei na faculdade.

(D) Haviam milhares de pessoas no comício.

(E) É quarenta minutos de viagem de Jaboatão a

Recife.

15 Questões de Língua Portuguesa de Concurso Público


Gabarito das questões

1.D 

2.E 

3.A 

4.B 

5.B 

6.E 

7.A 

8.C 

9.D 

10.D 

11.B 

12.A 

13.E 

14.C 

15.B

Metas da Comunidade Global de Desenvolvimento Sustentável | Educação Ambiental

Nesta postagens trouxemos uma matéria sobre as Metas da Comunidade Global de Desenvolvimento Sustentável (DPSs) em relação aos padrões profissionais e Direito Internacional.

Confira AQUI e conheça os novos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU que devem ser implementados por todos os países do mundo durante os próximos 15 anos, até 2030.


Direito Internacional e as metas da Comunidade Global de Desenvolvimento Sustentável



O estudo examina a agenda da comunidade global em relação as metas de desenvolvimento sustentável (Sustainable Development Goals – SDGs )  para 2016-2030 aplicando vários indicadores profissionais e legais publicados anteriormente, em uma variedade de campos, a fim de avaliar a conformidade com o direito internacional e os padrões profissionais nas áreas social e gestão do desenvolvimento sustentável e redução da pobreza e impacto ambiental.

No geral, as metas mostram poucas mudanças na abordagem substantiva, ideológica ou na implementação das Metas Desenvolvimento do Milênio (Millennium Development Goals - MDGs) anteriores. 


De volta as metas do passado


Essas novas metas são em grande parte uma reafirmação das abordagens do início do século 20 da Europa propostas para nações ditas “mais fracas” e culturas com violação de muitos dos princípios estabelecidos pelo direito internacional no que diz respeito a paz, segurança e direitos após o fim da II Guerra Mundial.




Metas



Conclusão


As conclusões desta abordagem, apesar das reivindicações, são que as metas de desenvolvimento sustentável (Sustainable Development Goals – SDGs)  são susceptíveis de ameaçar ainda mais os objetivos de direito internacional de proteger a diversidade cultural, a soberania, a sustentabilidade e a sobrevivência de forma que pode prejudicar não apenas a lei internacional, mas também a segurança global.


É importante salientar o estabelecimento dos objetivos do desenvolvimento sustentável na agenda 2030 como chegamos a agenda global de desenvolvimento e os os cinco p’s para o êxito da agenda 2030.

Fonte: David Lempert, Ph.D., JD, MBA, ED Sudeste Asiático e Cultural Heritage Project Ambiental, Diretor Vientiane, Laos

Saiba o que é um Monumento Natural na Lei 9.985/00

Monumento Natural é uma Unidade de Conservação do grupo das Unidades de Proteção Integral criado pela Lei 9.985/00 diploma jurídico que compõe a legislação ambiental brasileira e regulamentou o art. 225, § 1o, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, instituindo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza.

Monumento Natural na Lei 9.985/00



O Art. 7º definiu que as unidades de conservação integrantes do SNUC dividem-se em dois grupos, com características específicas: I - Unidades de Proteção Integral; II - Unidades de Uso Sustentável. Já o Art. 8º determinou que o grupo das Unidades de Proteção Integral é composto pelas seguintes categorias de unidade de conservação.

Art. 8o O grupo das Unidades de Proteção Integral é composto pelas seguintes categorias de unidade de conservação:
I - Estação Ecológica;
II - Reserva Biológica;
III - Parque Nacional;
IV - Monumento Natural;
V - Refúgio de Vida Silvestre.

Objetivo do Monumento Natural


De acordo com o Art. 12. O Monumento Natural tem como objetivo básico preservar sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica.

`raia - Monumento Natural na Lei 9.985/00
Foto ilustrativa - by RGS

Áreas definidas como Monumento Natural


O parágrafo primeiro do art. 12 define que o Monumento Natural pode ser constituído por áreas particulares, desde que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietários.

ademais, § 2º informa que havendo incompatibilidade entre os objetivos da área e as atividades privadas ou não havendo aquiescência do proprietário às condições propostas pelo órgão responsável pela administração da unidade para a coexistência do Monumento Natural com o uso da propriedade, a área deve ser desapropriada, de acordo com o que dispõe a lei.

Utilização e visitação no Monumento Natural


Já o § 3º regulamenta a visitação pública que está sujeita às condições e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua administração e àquelas previstas em regulamento.

Por fim o Art. 29 salienta que cada unidade de conservação do grupo de Proteção Integral disporá de um Conselho Consultivo, presidido pelo órgão responsável por sua administração e constituído por representantes de órgãos públicos, de organizações da sociedade civil, por proprietários de terras localizadas em Refúgio de Vida Silvestre ou Monumento Natural, quando for o caso, e, na hipótese prevista no § 2o do art. 42, das populações tradicionais residentes, conforme se dispuser em regulamento e no ato de criação da unidade.

Fonte de pesquisa: Lei 9.985/00

O que são Corredores Ecológicos?

O que são Corredores Ecológicos?



São porções de ecossistemas naturais ou seminaturais, ligando unidades de conservação, que possibilitam entre elas o fluxo de genes e o movimento da biota, facilitando a dispersão de espécies e a recolonização de áreas degradadas, bem como a manutenção de populações que demandam para sua sobrevivência áreas com extensão maior do que aquela das unidades individuais.

Essa é a definição da Lei 9.985/00, Inciso XIX do art. 2º


Saiba Como Orientar os Alunos para Pesquisa na Internet.

Saiba Como Orientar os Alunos na Pesquisa Online.

Há uma riqueza de informações de baixa qualidade na WWW - inúmeros exemplos de informações que são imprecisas, inacessíveis, inválidas, incompletas, desatualizadas, ilegíveis ou simplesmente irrelevantes. 

Os alunos (e professores) precisam de um conjunto de habilidades de avaliação além das exigidas para a mídia impressa. 

Lembre-se de que praticamente qualquer pessoa pode publicar praticamente qualquer coisa na WWW; autores cometem erros, assumem personas, exageram, fazem afirmações falsas e simplesmente mentem. 

Então, o que precisamos considerar? 

1. Fonte (autor / autoridade / afiliação)

Fonte (autor / autoridade / afiliação) 

Quem escreveu o material?

Quais são suas credenciais neste assunto? [Um PhD em física não garante autoridade em AIDS, política ou teologia] 

Quais são suas afiliações profissionais? Eles podem ser verificados de forma independente? [E eles são iguais ao site ou o site é uma "página pessoal" de um serviço comercial?] 



2. Conteúdo (precisão / objetividade), 

As fontes de todas as informações factuais, incluindo gráficos e diagramas, são citadas? 

As fontes citadas podem ser localizadas? 

O material é bem escrito (comparável a um livro didático)? 

Existe evidência de preconceito ou um ponto de vista particular sobre um assunto controverso?  

Os links fornecidos são relevantes, imparciais e abrangentes? 

O site está livre de publicidade? Se não, o anunciante tem interesse pessoal no tópico? [como uma página pró-fumo apoiada por uma empresa de tabaco] 


3. Informações e Finalidade do site. 

É um assunto que muda rapidamente em curtos períodos de tempo? 

É fornecida uma data de publicação / data da última revisão? 

Se os dados dependem do tempo, as datas são fornecidas? 

Está claro por que o autor escreveu o material? O autor é afiliado a uma instituição educacional (.edu), uma organização sem fins lucrativos (.org), ao governo (.gov) ou a um empreendimento comercial (.com)? 

[É importante observar que alguns domínios podem ser comprados por praticamente qualquer pessoa e, de qualquer forma, você confiaria nos sites .gov de todos os países?] Em outras palavras, verifique a fonte  

O propósito da organização patrocinadora é claro?

A organização pode ser localizada independentemente da WWW (endereço físico, endereço para correspondência, telefone / fax)?


Fonte:

 http://www.mongroupsydney1.com/Day8Session1.ppt

10 Mitos sobre a Educação Virtual - Ensino Online.

10 Mitos sobre a Educação Virtual - Ensino Online.

A Aprendizagem a Distância e a Educação Virtual fortalecem o papel do educador. A educação virtual tornam mais fácil obter uma educação personalizada sem sacrificar a aprendizagem coletiva e pode exigir muito mais tempo e esforço do que a educação presencial.

Mito 1: O aprendizado online oferece uma experiência de aprendizado impessoal.

Realidade 

Todos os educadores acham que uma sala de aula online oferece uma experiência de aprendizado impessoal e limitada, mas esse ponto de vista pode se aplicar igualmente à experiência em sala de aula presencial se o educador for funcional, prático e antisséptico na entrega.

Os alunos costumam dizer que raramente participam de suas aulas do mundo real como fazem no espaço online.

Eles estão mais confiantes para escrever textos e falar, mais dispostos a correr riscos no conforto de suas casas e mais dispostos a compartilhar o aprendizado pessoal e profissional em seus fóruns de discussão devido à familiaridade do local.

 

Mito 2  Eles estão trocando mensagens de texto, pesquisando no Google e sabe Deus o que mais. É impossível aprender nesse ambiente.


Realidade 

Em uma sala de aula física, o instrutor não tem o hábito de convidar os alunos para baterem um papo com os vizinhos ou passar notas - atrapalham o aprendizado - os alunos se distraem.

A sala de aula virtual não tem notas em si, mas tem textos, bate-papos e outros recursos, que parecem distrair - transformam essas distrações em ferramentas de aprendizagem - encorajando o bate-papo por texto e usando o feedback instantâneo dos alunos acelera o aprendizado.


Mito 3 Cria um ambiente especial e não poderia fazer online o que faço em uma sala de aula real.


Realidade 

Os cursos online oferecem muitas ferramentas para a sala de aula virtual: blogs, fóruns de discussão, wikis, caixas de entrada, pesquisas, chat e ferramentas de grupo de trabalho, para citar alguns.

O corpo docente deve compreender como funcionam, como configurá-los, como gerenciá-los - e por que são necessários.

Por exemplo, um fórum de discussão pode desenvolver habilidades em defesa de direitos, influência e análise. O conteúdo do fórum deve ser projetado para se basear nas discussões em sala de aula e nas trocas de blogs, mas sem se tornar redundante.

O uso estratégico dessas ferramentas requer planejamento, design e ajustes substanciais - antes que a sala de aula virtual seja aberta - para garantir que os alunos aprendam.

Boas aulas online podem ser mais interativas do que F2F e permitem que alunos mais tímidos, mulheres, alunos negros e alunos de segunda língua participem com mais frequência do que de outra forma.


Mito 4 Ensinar online vai economizar tempo, já que não preciso estar na aula 3 horas por semana.


Realidade 

Dar uma aula online pela primeira vez pode levar até 40% mais tempo do que uma aula presencial (F2F).

Os cursos online não são conversões de classe - eles exigem muito tempo, reflexão e novas abordagens para transformar uma classe online em uma experiência de aprendizagem significativa para os alunos.

Mito 5 Os fóruns de discussão são apenas mais um exercício para matar o tempo


Realidade 

Uma entrada de blog semanal em que o aluno deve aplicar o aprendizado da semana a uma situação existente, integrar seu conhecimento anterior e, em seguida, integrar o aprendizado e os aplicativos de semana a semana durante o curso, fornece uma visão poderosa e em tempo real da profundidade e amplitude da experiência de aprendizagem e do crescimento do aluno.

Os blogs também facilitam a capacidade do educador de adaptar as aulas das semanas seguintes para abordar as lacunas ou estender o aprendizado com base no conteúdo do blog.

Realidade 

Uma oportunidade única de expandir o aprendizado em sala de aula de duas maneiras:

Um fórum de discussão bem construído pode definir o cenário e envolver os alunos antes da aula. Ele fornece uma oportunidade de fornecer o aprendizado básico inicial sobre um caso ou tópicos específicos que podem dar um salto inicial na exploração do assunto pela classe.

O fórum de discussão pode ser usado após a aula para estender o aprendizado.

O fórum de discussão não é sobre o número de postagens, mas sobre o ímpeto das ideias, onde os alunos são obcecados por ideias e verificam o fórum para postagens tão obsessivamente quanto emails ou texto.

Mito 6 Projetos de grupo online são impossíveis porque o "grupo" está espalhado pela Internet e questionável porque um ou dois alunos podem carregar o grupo.


Realidade 

Parece problemático, mas - alunos organizados em um grupo com uma tarefa específica - exige que eles se reportem a toda a classe em um período de tempo definido.

Surge um senso de urgência de aprendizagem - navegue em seus relacionamentos virtuais.

No mundo dos negócios globais - exija as mesmas habilidades - resolvendo um problema com uma equipe virtual sob pressão de tempo.


Mito 7 Problemas tecnológicos irão atrapalhar meu ensino e prejudicar a experiência de aprendizagem do aluno.


Realidade 

A falha tecnológica atrapalha o aprendizado - tira um tempo precioso da sessão.

Felizmente, as ferramentas online oferecem caminhos para reparar a situação.

Por exemplo, o instrutor pode adicionar um fórum de discussão pós-aula ou blog para facilitar o ensino do conteúdo perdido durante a aula interrompida.

Mito 8 Não sei html (ou como fazer páginas da Web), então nunca poderei ensinar online.


Realidade 

Com programas como o Goole Classroom, você não precisa ser um programador de computador para criar uma aula online.

Além disso, aproveite a experiência de sua equipe de tecnologia acadêmica e os diversos recursos online para ajudá-lo.

Aprenda conforme você avança. É mais efetivo

Mito 9 Os alunos em um curso online não aprendem tanto quanto os alunos em sala.


Realidade 

NÃO! A sala de aula virtual oferece novos caminhos para a aprendizagem que exigem uma entrega de ensino para aquele local.

Os instrutores precisam usar essas ferramentas de maneira diferente e explorar as qualidades virtuais da experiência de aprendizagem.

A sala de aula virtual se torna um lugar mais seguro para assumir riscos criativos.

A pesquisa confirma que é quase o mesmo quando a aula online usa abordagens de aprendizagem colaborativa, prompts de pensamento crítico e fóruns de discussão.

As seguintes características são necessárias para os alunos online: altamente motivados, autodisciplinados, boas habilidades de gerenciamento do tempo, aprender de forma independente, expressar-se por escrito, tolerar eventuais falhas técnicas e não se frustrar facilmente.

Ajudando uns aos outros a aprender

10 Mitos sobre a Educação Virtual - Ensino Online.


Mito 10 Depois de desenvolver meu curso totalmente online, o trabalho está feito. No futuro, basta adicionar alunos.


Realidade 

Um ótimo curso online requer a participação contínua do instrutor para orientar e fornecer feedback aos alunos.



Referência:

Prof Fatima Suleman. Prêmio Distinto Professor UKZN 2010

Como ser um excelente Professor OnLine?

O aprendizado online está cada vez mais ligado ao futuro da educação. A Pandemia do novo Coronavírus - COVID-19 trouxe um grande desafio para educação (sistema, professores e alunos).

As grandes vantagens, eficiências, oportunidades e empoderamentos que o uso de computadores, softwares, redes, bibliotecas digitais e acesso à Internet trazem para o processo educacional e sua gestão motivam uma parte crescente da comunidade educacional a embarcar em projetos tecnológicos e despertar o interesse dos o resto

O ensino virtual se tornou uma realidade.

Como ser um excelente Professor no ensino virtual?

O que um ensino virtual deve oferecer?

Aulas em vídeo, problemas interativos, laboratórios online e um fórum de discussão.

Conjunto de vídeos, lançados regularmente; narrado pelo instrutor líder, com média de menos de 10 minutos cada, composto por ilustrações, texto e equações

Exercícios online para permitirem que os alunos pratiquem os conceitos abordados nos vídeos

Tutoriais semelhantes a recitações em pequenos grupos que costumam acompanhar os cursos de palestras;

Livro didático acessível eletronicamente

Fórum de discussão onde os alunos podem ter perguntas respondidas por outros alunos ou assistentes de ensino.

5 Dicas para ser um professor eficiente

Dica 1: Na educação OnLine "conexão" é fundamental

Trabalho com parcerias e / ou pequenos grupos, aprendam os nomes uns dos outros (pelo menos em grupos de trabalho - construa linhas de vida).

Utilize quebra - gelos para criar conexões "humanas" em um mundo virtual.

Lembre aos alunos que você é uma pessoa real!

Grave uma breve introdução em vídeo de 2 a 3 minutos sobre você. Conte aos alunos sobre seus interesses de pesquisa, recreação e ensino. Isso ajuda a personalizar o conteúdo online.

Seja claro quando e como (e-mail, zoom etc.) você está disponível / horário comercial.

Dica 2: concentre-se na aprendizagem 'ativa'

Vários meios de envolvimento aumentam a conexão do aluno com o conteúdo do curso.

Aproveite uma variedade de métodos e ferramentas pedagógicas práticas.

Estratégias de instrução online:

Discussões em grupos grandes e pequenos, colaborações ponto a ponto, exercícios práticos de aprendizagem, o uso de recursos visuais / gráficos e breves aulas interativas em vídeo gravadas online (10-15 minutos no máximo).

Aulas em vídeo que incorporam tarefas instrucionais ou a conclusão de uma tarefa / peça criativa apoiam e promovem o envolvimento online.

Para instrução síncrona online e híbrida, inclua intervalos de cérebro e alongamento. Peça aos alunos que se levantem / movam e se envolvam ativamente.

Compartilhe voz e ciberespaço - peça aos alunos que conduzam exercícios curtos para promover a comunidade e a participação na classe.

 

Dica 3: estabeleça e articule resultados de aprendizagem no ensino virtual

Detalhamento - Identifique o essencial:

O que você deseja que os alunos sejam capazes de fazer?

Por quê? (o propósito / relevância)

Como você deseja que os alunos realizem o quê?

Como você sabe que os alunos demonstraram e / ou articularam adequadamente o quê? (avaliações formativas e / ou somativas etc.)

Para as tarefas principais, forneça instruções escritas e gravadas em vídeo que expliquem claramente o quê, por quê, como e os critérios de avaliação.

Quando apropriado e com permissão, compartilhe exemplos de trabalhos exemplares de alunos.

  

Dica 4: Antecipar para maximizar

Estabeleça estruturas regulares, defina expectativas claras, configure sistemas de comunicação e mantenha as lições atualizadas e relevantes.

Incentive os alunos a criarem um espaço de trabalho dedicado.

Envolva os alunos com tarefas / projetos significativos que sejam relevantes para suas vidas.

Seja flexível ao permitir que os alunos levem a tarefa em outra direção e expressem seus pontos de vista, interesses e sentimentos.

Permita a voz e escolha do aluno.

Ao se envolver no trabalho de estúdio como uma classe, dê aos alunos tempo para criarem (sozinhos, em pares ou em grupos) enquanto você está disponível para perguntas e feedback.

Ofereça feedback valioso e oportuno, não se concentre excessivamente nas notas.

Mostre o trabalho e as realizações dos alunos.

Foco na aprendizagem socioemocional. Priorize o bem-estar do aluno.

Desenvolva documentos / vídeos visualmente interessantes com conteúdo simplificado e sucinto.

 

Dica 5: Vídeos de alta qualidade e aulas de zoom 

Comece com uma boa qualidade de vídeo - considere enquadramento, iluminação, plano de fundo. Sua estação de trabalho pode não ser sua estação de vídeo.

Áudio ruim é pior do que vídeo ruim. Elimine o ruído de fundo o máximo possível e considere o uso de fones de ouvido com microfone ou fique perto do microfone do computador.

Ao assistir a vídeos, forneça um link com antecedência ou, se assistir durante a aula, faça uma pausa e deixe que todos assistam por conta própria para evitar problemas de áudio sincronizado.


Como deve agir um excelente professor online?

Descobrir se os alunos têm acesso suficiente e interesse em usar ferramentas de aprendizagem online

Estimula os alunos para que adquiram o hábito de usar seus sites e sistemas de aula online, garantindo que eles os utilizem desde o primeiro dia.

Modelando-se como um aluno / participante online no ambiente de aprendizagem online.

Perceber quando os alunos estão optando por continuar seu  aprendizado online e / ou estão contribuindo ativamente para as  discussões online e fornecendo feedback positivo  para incentivá-los.

Buscar feedback dos alunos sobre o que está  funcionando bem, que outros tipos de recursos eles  
gostariam de ter em seu ambiente de aprendizagem online   e, se não estiverem usando o   ambiente de aprendizagem online, por que não.
 
Compreender as diferenças entre ensino presencial e online e poder implementá-las de forma eficaz no desenvolvimento e facilitação de aulas online .

Está comprometido com essa forma de ensino e usar o ambiente online a seu favor ao ministrar uma aula online.

Ser capaz de estabelecer presença no início do curso e incentivar os alunos a fazerem o mesmo.

Está altamente motivado e, por sua vez, é um bom motivador para os alunos.

Compreender a importância da construção da comunidade e dedica tempo no início da aula a essa função.

Promover a interatividade entre os alunos através do desenvolvimento de boas questões para discussão que os envolvam e incentivem a buscar material de resposta por conta própria.

Incorporar trabalho colaborativo no design e entrega de uma aula online.

Respeitar os alunos como parceiros no processo de aprendizagem .

Ser ativo e engajado durante todo o curso, fornecendo feedback oportuno e construtivo durante todo o curso .

Ser aberto, flexível, compassivo, responsivo e lidera pelo exemplo .

Ministram cursos de forma independente e colaboram de forma intermitente para planejar currículos ou estabelecer procedimentos de avaliação e credenciamento.


O excelente professor online:

Atua como Pedagogo: Criando Desenhos para o Ensino

Atua como Pesquisador: Gerando Conhecimento para o Ensino em Equipe

Atua como palestrante: Trabalhando com grandes grupos

Atua como Líder da Discussão: Promovendo a Aprendizagem dos Alunos em Grupos

Atua como Mentor: Facilitando o crescimento cognitivo e afetivo fora da classe

Atua como Integrador: Ligando Experiências Curriculares e Co-curriculares

Atua como avaliador: avaliando o desempenho do aluno.

 

Como ser um excelente Professor OnLine?


O excelente professor online cria Comunidades Virtuais de Aprendizagem

A comunidade de aprendizagem é o veículo por meio do qual a aprendizagem ocorre online.

Os alunos online aprendem uns com os outros.

Os facilitadores ajudam os alunos a assumir a responsabilidade por sua própria aprendizagem por meio de investigação, colaboração e autorreflexão.

Interação ativa envolvendo o conteúdo do curso e comunicação pessoal;

Aprendizagem colaborativa aluno-a-aluno;

Significado socialmente construído;

Compartilhamento de recursos entre os alunos; e

Alunos apoiando e avaliando o trabalho de outros.

A incorporação da colaboração na aprendizagem online é realizada por meio de várias técnicas:

Desenvolvendo uma meta compartilhada de aprendizagem

Negociando as diretrizes do curso envolvendo o grupo na discussão

Publicação de introduções e expectativas de aprendizagem

Comentários encorajadores nas apresentações

Facilitando o diálogo entre os alunos

Incentivando o questionamento expansivo

Promover feedback

Permitindo que os alunos compartilhem recursos

Permitindo que os alunos escrevam colaborativamente

É necessário focar na criação de comunidade, seja em virtude ou apesar da tecnologia.

 

Referências a recursos citados:


https://www.finearts.utah.edu/images/pdfs-doc/CFA-Workshop_Online-Teaching-Tips.ppt.

O excelente instrutor online, R. Palloff e K. Pratt RM Palloff e K. Pratt, The Excellent Online Instructor: Strategies for Professional Development , Jossey-Bass, 2011.

RM Palloff e K. Pratt, “ The Excellent Online Instructor, ” Podcast, outubro de 2010. URL: http://www.onlineteachingandlearning.com/podcast-palloff-pratt/

JL Bess and Associates, Teaching Alone, Teaching Together: Transforming the Structure of Teams for Teaching , Jossey-Bass, 2000.

DT Rover, " Taking Our Own Advice: Team Teaching, " Academic Bookshelf, ASEE Journal of Engineering Education , julho de 2002, pp. 265-266. URL: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/j.2168-9830.2002.tb00702.x/abstract

 RM Palloff e K. Pratt, Building Learning Communities in Cyberspace: Effective Strategies for the Online Classroom, Jossey-Bass, 1999.

DT Rover, “ Closing the Distance, ” Academic Bookshelf, ASEE Journal of Engineering Education , abril de 2006, pp. 175-176. URL: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/j.2168-9830.2006.tb00888.x/abstract

Construindo Comunidades de Aprendizagem Online: Estratégias Eficazes para a Sala de Aula Virtual , 2007 (revisão atualizada)

RM Palloff e K. Pratt, Collaborating Online: Learning Together in Community, Jossey-Bass, 2004.

Peer Instruction, J. Spacco, J. Parris e B. Simon J. Spacco, J. Parris e B. Simon, " How We Teach Impacts Student Learning: Peer Instruction vs. Lecture in CS0, " Proceeding of the 44th ACM Technical Symposium on Computer Science Education (SIGCSE '13), 2013, pp 41-46. URL: http://dl.acm.org/citation.cfm?doid=2445196.2445215

http://www.onlineteachingandlearning.com/tip-defining-excellent-online-instructor/

http://www.cs.ucr.edu/~vahid/asee2013/asee2013_Research_rover.ppt

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João 3 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

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