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Portaria SAEB Nº 366/2019 - Diretrizes de realização do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB)

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA

PORTARIA Nº 366, DE 29 DE ABRIL DE 2019 (*)

Estabelece as diretrizes de realização do Sistema de
Avaliação da Educação Básica (SAEB) no ano de 2019.


O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS
EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto nº 6.317, de 20 de dezembro de 2007, e considerando os termos do Decreto nº 9.432, de 29 de junho de 2018, resolve:

Art. 1º Ficam estabelecidas, na forma desta Portaria, as diretrizes para a
realização do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) no ano de 2019.
Parágrafo único: O Inep realizará o SAEB em regime de parceria com o
Distrito Federal, Estados e Municípios.
Art. 2º O SAEB é um sistema de avaliação externa em larga escala,
composto por um conjunto de instrumentos, realizado periodicamente pelo INEP desde os anos 1990, e que tem por objetivos, no âmbito da Educação Básica:
I - Produzir indicadores educacionais para o Brasil, suas Regiões e Unidades
da Federação e, quando possível, para os Municípios e as Instituições Escolares, tendo em vista a manutenção da comparabilidade dos dados, permitindo, assim, o incremento das séries históricas;
II - Avaliar a qualidade, a equidade e a eficiência da educação praticada no
país em seus diversos níveis governamentais;
III - Subsidiar a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de
políticas públicas em educação baseadas em evidências, com vistas ao desenvolvimento social e econômico do Brasil;
IV - Desenvolver competência técnica e científica na área de avaliação
educacional, ativando o intercâmbio entre instituições de ensino e pesquisa.
Art. 3º Considerando a qualidade da Educação Básica como um atributo
multidimensional, o SAEB toma como referência sete dimensões de qualidade da
Educação Básica que se inter-relacionam para promover percursos regulares de
aprendizagens com vistas à formação integral dos estudantes brasileiros:
I - Atendimento Escolar;
II - Ensino e Aprendizagem;
III - Investimento;
IV - Profissionais da Educação;
V - Gestão;
VI - Equidade; e
VII - Cidadania, Direitos Humanos e Valores
Art. 4º Para os efeitos dessa Portaria, consideram-se as seguintes
definições:
I - População alvo: conjunto de escolas, redes e sistemas que se pretende
avaliar;
II - População de referência: conjunto de escolas, redes e sistemas que
efetivamente será possível cobrir no SAEB 2019, seja de forma censitária ou
amostral.
Art. 5º Considera-se como população alvo do Saeb 2019:
I - todas as escolas públicas localizadas em zonas urbanas e rurais que
possuam 10 (dez) ou mais estudantes matriculados no 5º ano e 9º ano do Ensino Fundamental e na 3ª e 4ª série do Ensino Médio (tradicional e integrado).
II - uma amostra de escolas privadas localizadas em zonas urbanas e rurais
que possuam 10 (dez) ou mais estudantes matriculados em turmas de 5º ano e 9º ano do Ensino Fundamental e de 3ª e 4ª série do Ensino Médio (tradicional e integrado), distribuídas nas vinte e sete Unidades da Federação.

III - uma amostra de escolas públicas e privadas localizadas em zonas
urbanas e rurais que possuam 10 (dez) ou mais estudantes matriculados em turmas 9º ano do Ensino Fundamental, distribuídas nas vinte e sete Unidades da Federação, para aplicação dos instrumentos descritos no inciso V do art. 11 da presente Portaria.
IV - uma amostra de escolas públicas e privadas localizadas em zonas
urbanas e rurais que possuam 10 (dez) ou mais estudantes matriculados em turmas de 2º ano do Ensino Fundamental, distribuídas nas vinte e sete Unidades da Federação, para aplicação exclusiva dos instrumentos previstos no inciso VI do art. 11.
V - uma amostra de instituições públicas ou conveniadas com o setor
público, localizadas em zonas urbanas e rurais que possuam turmas de creche ou préescola da etapa da Educação Infantil, para aplicação exclusiva dos instrumentos previstos nos incisos I, II e III, do art. 11, em caráter de estudo-piloto;
Parágrafo único. Até 30 de junho de 2019, o INEP publicará no Portal da
Autarquia a Nota Técnica que detalha a população de referência do SAEB 2019.
Art. 6º Não serão consideradas população de referência do Saeb 2019:
I - escolas com menos de 10 estudantes matriculados nas etapas
avaliadas;
II - as turmas multisseriadas;
III - as turmas de correção de fluxo;
IV - as turmas de Educação de Jovens e Adultos;
V - as turmas de Ensino Médio Normal/Magistério;
VI - as classes, as escolas ou os serviços especializados de Educação Especial
não integrantes do ensino regular; e
VII - as escolas indígenas que não ministrem a Língua Portuguesa como
primeira língua.
Art. 7º A população a ser avaliada será definida com base nas informações
coletadas em caráter preliminar pelo Censo da Educação Básica 2019 até o dia 31 de julho de 2019, não sendo considerados os dados incluídos em período previsto para retificação do Censo Escolar da Educação Básica 2019.
Parágrafo Único: Os dados finais do Censo da Educação Básica 2019 serão
considerados para validação da população de referência no momento do computo dos resultados da avaliação.
Art. 8º As escolas sorteadas para compor as amostras mencionadas nos
incisos II e III do art. 5º serão contatadas pelo INEP até a data da aplicação.
Art. 9º A partir de setembro de 2019, as escolas participantes serão contatadas por instituição contratada pelo INEP para realizar o agendamento da aplicação dos instrumentos do SAEB 2019.
Art. 10 A aplicação dos instrumentos do SAEB 2019 será realizada no
período de 21 de outubro de 2019 a 01 de novembro de 2019 em todas as unidades da federação.
Art. 11 Serão aplicados os seguintes instrumentos:
I - Questionários para Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, a
serem respondidos pelos titulares da pasta nos Estados e Municípios;
II - Questionários para Diretores de Escola, a serem respondidos pelos
responsáveis legais das unidades escolares;
III - Questionários para Professores das Turmas, para a população alvo dos
incisos I, II e V do Art. 5º;
IV - Questionários para Estudantes das Turmas, para a população alvo dos
incisos I e II do Art. 5º;
V - Provas de Ciências da Natureza e de Ciências Humanas para uma amostra de estudantes de 9º ano do Ensino Fundamental, tomando por referência a Base Nacional Comum Curricular de 2017;
VI - Provas de Língua Portuguesa e Matemática para estudantes de 2º ano
do Ensino Fundamental, tomando por referência a Base Nacional Comum Curricular de 2017; e
VII - Provas de Língua Portuguesa e Matemática para estudantes de 5º e 9º
anos do Ensino Fundamental e de 3ª e 4ª séries do Ensino Médio.
Parágrafo Único: As provas de Língua Portuguesa e Matemática de 5º e 9º
anos do Ensino Fundamental e 3ª e 4ª séries do Ensino Médio seguirão as matrizes vigentes, preservando a comparabilidade entre edições e manutenção da série histórica de resultados do SAEB e, consequentemente, do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, conforme previsto no Plano Nacional de Educação.
Art. 12 Os estudantes com deGciência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação poderão participar do SAEB 2019,
desde que estejam devidamente registrados no Censo da Educação Básica 2019 e que componham a população alvo do SAEB 2019, conforme determina esta Portaria.
Art.13 Os profissionais que rotineiramente acompanham os estudantes da
educação especial que fazem parte da população alvo poderão estar presentes durante a aplicação dos instrumentos, sempre que a escola considerar necessário, desde que isso seja informado no agendamento da aplicação e que o Termo de Compromisso seja devidamente assinado.
Art.14 Quaisquer problemas ou dificuldades que inviabilizem a aplicação dos
instrumentos do SAEB 2019 devem ser imediatamente reportados pela escola ao aplicador ou ao coordenador do respectivo Polo de Aplicação e registrados em formulários da aplicação.
Art.15 A produção de indicadores de qualidade da Educação Básica, a partir
das respostas aos questionários e aos testes cognitivos, terá critérios próprios definidos por meio de técnicas estatísticas com posterior divulgação por meio de nota técnica.
Art. 16 Caberá às secretarias estaduais ou municipais de educação informar
ao Inep, por meio de formulário próprio (Anexo I), até o dia 31 de maio de 2019, os nomes e os códigos das escolas indígenas que não participarão do SAEB, devido a particularidades de seus projetos políticos- pedagógicos, bem como as demais informações solicitadas nesse documento.
Art. 17 Os resultados preliminares das escolas participantes do SAEB 2019
poderão ser acessados pelos Diretores Escolares em 31 de maio de 2020, por meio de sistema on-line, disponível no Portal do INEP.
Art. 18 Os Diretores Escolares terão 15 dias corridos após a divulgação dos
resultados preliminares para realizar a interposição de recursos aos resultados
apresentados, em sistema on-line, disponível no Portal do INEP, apresentando as justificativas que fundamentem a solicitação.
§ 1º Somente serão aceitos recursos encaminhados no prazo e na forma
estabelecidos por esta Portaria e serão desconsiderados, portanto, aqueles enviados por e-mail, telefone ou ofício.
§ 2º O INEP analisará e emitirá resposta aos recursos até 31 de agosto de
2020.
Art. 19 Por etapa avaliada, serão publicamente divulgados os resultados das
escolas públicas mencionadas no inciso I do art. 5º, que cumprirem, cumulativamente, os seguintes critérios:
I - registrar, no mínimo, 10 (dez) estudantes presentes no momento da
aplicação dos instrumentos;
II - alcançar taxa de participação de, pelo menos, 80% (oitenta por cento)
dos estudantes matriculados, conforme dados declarados pela escola ao Censo da Educação Básica 2019, consideradas aqui as informações constantes em sua versão final, atendendo ao disposto no art. 11, § 1º, da Lei n º 13.005, de 25 de junho de 2014.
Art. 20 Por etapa avaliada, serão publicamente divulgados os resultados dos
Municípios que contenham as escolas mencionadas no inciso I do art. 5º, que
cumprirem, cumulativamente, os seguintes critérios:
I - registrar, no mínimo, 10 (dez) estudantes presentes no momento da
aplicação dos instrumentos;
II - alcançar taxa de participação de, pelo menos, 80% (oitenta por cento)
dos estudantes matriculados, conforme dados declarados pela escola ao Censo da Educação Básica 2019, consideradas aqui as informações constantes em sua versão final.
Art. 21 Por etapa avaliada, serão publicamente divulgados os resultados dos
Estados que contenham as escolas mencionadas nos incisos I, II, III e IV do art. 5º, que cumprirem, cumulativamente, os seguintes critérios:
I - registrar, no mínimo, 10 (dez) estudantes presentes no momento da
aplicação dos instrumentos;
II - alcançar taxa de participação de, pelo menos, 80% (oitenta por cento)
dos estudantes matriculados na etapa de ensino avaliada, conforme dados declarados pela escola ao Censo da Educação Básica 2019, consideradas aqui as informações constantes em sua versão final.
Art. 22 Até 31 de agosto de 2020, todas as escolas com aplicação censitária
que cumprirem os critérios dispostos nesta Portaria terão acesso a seus resultados finais por meio do Boletim da Escola, disponível no Portal do INEP.
Art. 23 Até 31 de agosto de 2020, todos os Municípios e Estados que
cumprirem os critérios dispostos nesta Portaria terão acesso aos seus resultados finais por meio do Painel Educacional, disponível no Portal do INEP.
Art. 24 Após a publicação dos resultados finais, o INEP realizará reuniões de
divulgação, na modalidade presencial ou à distância, com as equipes do Ministério da Educação, do Conselho Nacional de Educação e das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação.
Art. 25 Até novembro de 2020, o INEP realizará pelo menos uma Mesa
Pública de Análise dos resultados finais da edição 2019.
Art. 26 Até dezembro de 2020, estarão disponíveis os Microdados da Edição
2019.
Art. 27 Até junho de 2021, o INEP publicará Relatório Analítico sobre a
Qualidade da Educação Básica a partir das evidências do SAEB 2019.
Art. 28 Revogar a Portaria nº 1.100, de 26 de dezembro de 2018.
Art. 29 Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.

ELMER COELHO VICENZ





(*)Republicada por ter saído na Edição nº 83, do DOU de 2-5-2019, Seção 1, página
47, com incorreção do original.

Fonte
Portaria SAEB 366/19

Curso mais procurado pela população pobre é o Magistério

Magistério é o curso mais procurado pelo segmento pobre da população


Os dados estão na publicação Professores do Brasil


O aumento da demanda por docentes com curso superior impulsionou os candidatos a professores no país a buscarem essa capacitação em cursos mais rápidos ou em programas de formação de docentes simplificados. Eles têm procurado também o ensino a distância, sem forte regulação e monitoramento. Os dados estão na publicação Professores do Brasil, que foi lançada esta semana, em São Paulo, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil e a Fundação Carlos Chagas (FCC).

O livro Professores do Brasil, que trata dos desafios na formação de docentes no país, é o terceiro de uma série que fornece amplo panorama da docência: formação, trabalho e profissionalização. Ele foi produzido a partir do projeto Cenários da formação do professor no Brasil e seus desafios. A publicação é resultado de estudos feitos pelas pesquisadoras Bernardete A. Gatti, Elba Siqueira de Sá Barretto e Patrícia Albieri de Almeida, da Fundação Carlos Chagas; e Marli Eliza Dalmazo Afonso de André, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC).

O material mostra ainda o perfil do estudante de licenciatura no país, ressaltando pontos importantes. Por exemplo, os estudantes da docência têm renda mais baixa que os de outras licenciaturas: cerca de 61,2% dos estudantes, de 2014, tinham renda de até três salários mínimos. E, desse total, um em cada quatro estudantes tem renda salarial de até 1,5 salário mínimo.

“Do início deste século para agora, eles [estudantes de licenciatura] se tornaram mais pobres, provenientes de família com menos instrução”, disse Elba Siqueira de Sá Barretto, professora da Universidade de São Paulo e pesquisadora e consultora da Fundação Carlos Chagas, em entrevista à Agência Brasil. “Entre os estudantes de licenciatura, em torno de 42% têm pais que fizeram apenas o primário incompleto. Só 9% desses estudantes têm pais com nível superior”, acrescentou. “Essa é uma tendência. Cada vez mais o magistério no Brasil está sendo procurado pelos segmentos mais empobrecidos. E essa tendência ficou mais clara, mais acentuada”, disse.

Outro aspecto indicado na pesquisa, é o número de mulheres, que conclui as licenciaturas, ser maior que o de homens e negros a maioria entre os estudantes. [A presença de negros na licenciatura passou de 35,9% em 2005, para 51,3% em 2014]. “De 14 cursos de licenciatura [segundo dados do Enade], em 11 deles havia 50% ou mais de alunos negros ou pardos. E todos os cursos de licenciatura também têm índios representados, embora em pequenas proporções”, informa Elba.

“Eles [estudantes de licenciatura] já eram alunos mais pobres. Esse não é um fenômeno brasileiro, acontece em vários países da América Latina, desde os anos 2000. Muitos dos alunos de licenciatura são os primeiros a chegar ao Ensino Médio e ao Ensino Superior”.

De acordo com a pesquisadora, a licenciatura é também um curso predominantemente feminino. “Mas percebemos recentemente que as matrículas dos homens está aumentando”, disse, acrescentando ainda que, a maior parte desses estudantes de licenciatura não só estudam: "Eles estudam e trabalham e ainda mantém a família”. Para Elba, isso significa o quanto é necessário trabalhar para poder estudar.

O estudo constatou também um envelhecimento no perfil dos licenciandos: a presença de jovens entre 18 e 24 anos que fazem licenciatura passou de 34,7% em 2005 para 21% em 2014.

Esses fenômenos decorrem, segundo a pesquisadora, entre outras razões, por causa do estabelecimento da Lei de Cotas. “Houve também financiamento desses cursos privados e a abertura de muitas vagas nas instituições públicas para que eles pudessem fazer o Ensino Superior”, acrescentou.

Exigência de curso superior


Desde a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases (LDO 9.394), em 1996, passou a ser exigido no país que todo docente tenha certificação superior. No entanto, em 2016, ainda havia 34% de professores da educação infantil e 20% do ensino fundamental sem a titulação. Nos anos finais, a proporção de não graduados somou 23%. No Ensino Médio, a proporção de docentes não titulados equivalia a 7%.

Curso mais procurado pela pobre da população é o Magistério

Matrículas


Ainda segundo o livro, as matrículas para a licenciatura passaram de 659 mil alunos, em 2001, para 1,5 milhão em 2016. O número exato de alunos matriculados, em 2016, em cursos de licenciatura no país somava 1.524.329, sendo que 579.581 estavam em escolas públicas e 944.748 (62% do total) nas privadas. Desse total, 882.749 faziam licenciatura em cursos de ensino presencial e, o restante, 641.580, por meio de cursos a distância.

“Esse foi um período [após o ano 2000] em que os países da América do Sul e da América Latina tiveram algumas condições muito favoráveis para o seu desenvolvimento. Uma crise nos países do Norte favoreceu muito os nossos países que são exportadores de commodities. Então, o PIB cresceu, houve um desenvolvimento econômico grande”, disse Elba. “As licenciaturas foram uma das formações de nível superior que foram privilegiadas nesse período”, acrescentou.

Das 2.228.107 de vagas oferecidas em cursos de licenciatura no país em 2016, 1.990.953 (ou 89,4% do total) eram disponibilizadas pelo setor privado. O total de vagas ociosas atingiu 1.632.212 e cerca de 94,3% se referiam ao setor privado. O total de ingressantes somou 595.895 em 2016, sendo que 75,8% ingressaram em cursos fornecidos pelo setor privado, de acordo com o levantamento.

“Quase 2 milhões das vagas estão no setor privado, sendo apenas 10,6% oferecidas pelo setor público. Em contrapartida, são as reduzidas vagas do setor público disputadas por mais de 1,6 milhão de estudantes, ou seja, pela maior parte dos candidatos que postulam a entrada em curso superior (58,2%), atraídos, sobretudo, pela melhor qualidade que costuma ser socialmente imputada a esses cursos, pela sua gratuidade, ou por ambas as razões”, diz ainda a publicação.

Evasão


O estudo constatou ainda que é grande a quantidade de vagas oferecidas no ensino superior para licenciatura (2,2 milhões de vagas), mas limitado o número de ingressantes (595 mil em 2016). Deste total de vagas, 1,9 milhão se refere a vagas no ensino privado. A explicação para esse fenômeno é o fato de os alunos buscarem o ensino superior privado por causa do aumento de subsídios públicos para o setor, pelas baixas mensalidades, pela modalidade de ensino a distância, pela maior oferta de cursos no período noturno e pela menor concorrência em relação às vagas disponíveis.

Cerca de 39% das vagas nas instituições públicas não foram ocupadas. No setor privado, as vagas ociosas ultrapassaram 1,5 milhão em 2016. Segundo a pesquisa, isso decorre, no caso do setor público, do apoio escasso aos alunos que dela necessitam e também da dificuldade em modificar a estrutura e o modo de funcionamento dos cursos. Do total de alunos que ingressou nas licenciaturas em 2013, metade deles concluem o curso.

“O ideal seria oferecer menos vagas, mas garantir condições de apoio para os alunos que passam por um vestibular difícil permanecer nos cursos superiores até a formatura”, explicou a pesquisadora. Esse apoio, segundo Elba, não se resume a oferecer condições financeiras ou suporte financeiro melhor, mas compreende também a elaboração de um currículo mais adequado e acompanhamento mais sistemático.

Para a pesquisadora, entre as conclusões possíveis sobre os vários retratos que foram apresentados na publicação é a necessidade de repensar alguns gastos que são feitos no Ensino Superior e também a qualidade do que está sendo oferecido. “Também precisamos rever as metas de crescimento do Ensino Superior. Não tem aluno suficiente sendo formado no Ensino Médio. O Ensino Médio está muito ainda precarizado”, disse.

Fonte:
Publicado em 12/05/2019 - 19:57 Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

Agência Brasil

10 formas de uso da Tecnologia na Educação

Com relação ao uso da Tecnologia na Educação como ferramentas de ensino existem vários tipos de tecnologias usadas atualmente nas salas de aula. Entre elas estão:

10 formas de uso da Tecnologia na Educação


  1. Computador na sala de aula : Ter um computador na sala de aula é uma vantagem para qualquer professor. Com um computador na sala de aula, os professores são capazes de demonstrar uma nova lição, apresentar novo material, ilustrar como usar novos programas e mostrar novas informações em sites, sendo uma excelente ferramenta de tecnologia na educação.
  2. Blogs de classe e Wikipedia : Há uma variedade de ferramentas da Web 2.0 que estão sendo implementadas atualmente em a sala de aula. Os blogs permitem que os alunos mantenham um diálogo em execução, como um diário, pensamentos, idéias, e tarefas que também fornecem comentários e reflexões do aluno. Wikipedia, uma enciclopédia on-line, são mais focados no grupo para permitir que vários membros do grupo editem um único documento produto acabado de forma verdadeiramente colaborativo e cuidadosamente editado.
  3. Microfones de sala (sem fio) : salas de aula barulhentas são uma ocorrência diária, e com a ajuda de microfones, os alunos podem ouvir seus professores com mais clareza. Os alunos aprendem melhor quando ouvem o professor claramente.
  4. Dispositivos móveis : Outros instrumentos de tecnologia na educação são os dispositivos móveis, como tablet ou smartphone, podem ser usados ​​para melhorar a experiência a sala de aula, fornecendo a possibilidade de os professores obterem feedback.
  5. Quadros interativos : um quadro interativo que oferece controle por toque de aplicativos de computador. Estes aprimoram a experiência na sala de aula mostrando qualquer coisa que possa estar na tela do computador. Isso não apenas ajuda na aprendizagem visual, mas é interativo para que os alunos possam desenhar, escrever ou manipular imagens no quadro interativo.
  6. Vídeo sob demanda digital: o vídeo digital elimina a necessidade de hardware em sala de aula e permite professores e alunos acessem videoclipes imediatamente, não utilizando a Internet pública.
  7. Mídia on-line : websites de vídeos transmitidos podem ser utilizados para aprimorar uma aula em sala de aula.
  8. Ferramentas de estudo on-line : ferramentas que motivam o estudo, tornando os estudos mais divertidos ou individualizados para os alunos.
  9. Jogos Digitais : O campo de jogos educativos e jogos sérios vem crescendo significativamente ao longo do últimos anos. Os jogos digitais estão sendo fornecidos como ferramentas para a sala de aula e têm muito feedback, incluindo maior motivação para os alunos.

10 formas de uso da Tecnologia na Educação



Existem muitas outras ferramentas sendo utilizadas, dependendo da diretoria da escola local e dos fundos disponíveis à sua disposição. Escolas com tecnologia ou novas tecnologias aplicadas a educação podem avançar e apresentar melhores resultados de avaliação na educação. A tecnologia a favor da educação é uma questão de aplicabilidade, seja na educação infantil, ensino fundamental ou médio.


Referências
http://www.ipedr.com/vol79/002-IC4E2014-1-003.pdf

Exercícios de História Sobre o Oriente Médio, com gabarito.


Exercícios de História Sobre o Oriente Médio, com gabarito. Exercícios sobre conflitos no Oriente Médio, Guerra do Golfo, Faixa de Gaza e outros temas sugeridos para o 9º ano do ensino fundamental e para o ensino médio. Para Plano de aula e plano de curso do professor, elaboração de provas, testes, exames e simulados para vestibular e ENEM

Exercícios de História Sobre o Oriente Médio, com gabarito

1 Assinale a alternativa correta em relação aos conflitos no Oriente Médio.
a. ( ) A Guerra do Golfo envolveu, inicialmente, o Kuwait e o Iraque, e teve as ações militares deflagradas por disputas territoriais entre dois desses países.
b. ( ) Apesar do destaque dado pela mídia ao islamismo, os conflitos militares presentes no Oriente Médio não envolvem questões religiosas.
c. ( ) Durante o Ramadã os mulçumanos estabelecem um acordo para a“paz provisória”, não sendo registrados ataques ou eventos violentos durante o nono mês do calendário islâmico.
d. ( ) As disputas na Faixa de Gaza, território palestino localizado na costa oriental do Mar Mediterrâneo que faz fronteira com Israel e Egito, são lideradas por membros da Al-Qaeda, que possuem o controle da região.
e. ( X ) A Guerra Civil Libanesa (1975-1990) teve suas origens nas divisões religiosas internas entre os muçulmanos – sunitas e xiitas, que correspondiam
à maioria da população, e os vários grupos cristãos, que controlavam e detinham a hegemonia política.


2 Com apenas seis anos completados em 2017, a guerra civil na Síria teve na chamada Primavera Árabe suas origens, além de outros episódios do complexo contexto geopolítico da região.
Sobre a Primavera Árabe, assinale a alternativa correta.
a. ( ) Apoiados pela Liga árabe, diversos ditadores fizeram uso da repressão violenta para conter as revoltas populares que compreendem a denominada Primavera Árabe.
b. ( ) Trata-se de um período marcado por revoltas populares contrárias aos regimes ditatoriais no chamado “mundo árabe”, restrito ao Oriente Médio, marcado pela interferência das principais potências ocidentais.
c. ( ) Desencadeou a ocupação de diversas regiões por grupos terroristas, como no caso da Síria, que tem o entorno da Represa de Mossul ocupado pelo Hamas.
d. ( X ) Teve início em 2010, no Oriente Médio e na África, com diversas revoltas populares contrárias aos regimes ditatoriais e que buscavam melhorias sociais para a população.
e. ( ) Tendo como um dos principais eventos a autoimolação do vendedor de rua tunisiano Mohamed Bouazizi, a Primavera Árabe levou à queda do ditador sírio Hafez al-Assad.

3. Identifique, entre as alternativas abaixo, a que pode ser relacionada à sigla “ISIS”.
a. ( ) Grupo religioso sionista, também conhecido como Estado Islâmico do Iraque ou Estado Islâmico (EI) que conquistou parte do território da Síria e do Iraque. Pretende criar um estado laico que controle todo o Oriente Médio.
b. ( ) Grupo religioso xiita, também conhecido como Estado Islâmico (EI). É um grupo jihadista radical que conquistou parte do território da Síria, do Líbano e de Israel e aterroriza o mundo com execuções de estrangeiros.
c. ( ) Grupo religioso sunita, também conhecido como Estado Islâmico (EI). É um grupo jihadista radical que domina os meios de comunicação e a Internet na maioria dos países europeus.
d. ( ) Grupo religioso muçulmano, também conhecido como Estado Islâmico (EI). Conquistou o norte de Israel onde constituiu o Estado Palestino, recentemente reconhecido pelos países ocidentais.
e. ( X ) Também conhecido como Estado Islâmico do Iraque ou Estado Islâmico (EI), é um grupo radical que conquistou parte do território da Síria e do Iraque e aterroriza o mundo com execuções de estrangeiros.

4. Sobre a história das relações complexas dos povos do Oriente Médio, é correto afirmar:
a. ( ) Em 1947 a ONU apresentou a proposta para dividir os territórios da Palestina entre árabes e judeus, que foi rejeitada pelos dois grupos.
b. ( ) A Organização para Libertação da Palestina, criada com liderança de Yasser Arafat, tinha como objetivo a fundação de uma liga de estados árabes para evitar a internacionalização do Canal de Suez.
c. ( X ) Pelos esforços diplomáticos dos principais líderes envolvidos no processo de instalação da paz na Palestina, Itzak Rabin, Shimon Peres
e Yasser Arafat receberam o Prêmio Nobel da Paz, em 1994.
d. ( ) Nos últimos 3 anos, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo passou a aumentar substancialmente o preço do petróleo com o objetivo de provocar crises nos países ocidentais.
e. ( ) No ano de 2014 foi assinado um tratado de paz entre Israel e os Palestinos, que trata também da retirada dos colonos israelense da Faixa de Gaza.

5. No conturbado cenário político do Oriente Médio apareceu um grupo que, segundo os analistas do Pentágono, é extremamente bem organizado, equipado e é capaz de atacar em múltiplos eixos. Segundo alguns analistas, é mais poderoso que a Al Qaeda.
Assinale a alternativa que indica este grupo.
a. ( ) Terra Lliure
b. ( ) Boko Haran
c. ( ) Hizbul Mujahidine
d. ( ) Euzkadi Ta Azkatasuna

e. ( X ) Estado Islâmico – anteriormente conhecido como Isis

6. (São José 2017) Assinale a alternativa correta em relação aos conflitos no Oriente Médio.

a. ( ) A Guerra do Golfo envolveu, inicialmente, o Kuwait e o Iraque, e teve as ações militares deflagradas por disputas territoriais entre dois desses países.
b. ( ) Apesar do destaque dado pela mídia ao islamismo, os conflitos militares presentes no Oriente Médio não envolvem questões religiosas.
c. ( ) Durante o Ramadã os mulçumanos estabelecem um acordo para a“paz provisória”, não sendo registrados ataques ou eventos violentos durante o nono mês do calendário islâmico.
d. ( ) As disputas na Faixa de Gaza, território palestino localizado na costa oriental do Mar Mediterrâneo que faz fronteira com Israel e Egito, são lideradas por membros da Al-Qaeda, que possuem o controle da região.
e. ( X ) A Guerra Civil Libanesa (1975-1990) teve suas origens nas divisões religiosas internas entre os muçulmanos – sunitas e xiitas, que correspondiam
à maioria da população, e os vários grupos cristãos, que controlavam e detinham a hegemonia política.

7. O Oriente Médio é uma das regiões mais conflituosas do mundo. Sobre a Política no Oriente Médio Diversos fatores contribuem para esse fato, como:

I.  sua própria história e posição no contexto geopolítico mundial, no contato entre três continentes (Europa, Ásia, África); 
II. suas condições naturais, pois a maior parte dos países ali localizados são dependentes de água de países vizinhos; 
III. a presença de recursos estratégicos no subsolo, como o petróleo e gás.
IV. Existe uma pluralidade de formas de governo; monarquistas

Quantos itens estão corretos?

a)1
b)2
c)3
d)4

8. Sobre a agropecuária no Oriente Médio, assinale a alternativa ERRADA:

xa) é realizada predominantemente de forma moderna, com uso de tecnologia e mecanização, e incorpora até 20% da população economicamente ativa.
b) A atividade econômica tradicional do Oriente Médio é o pastoreio nômade.
c) Destacam-se as criações de carneiros, cabras e camelos em áreas desérticas. d) Na Planície Mesopotâmica, também conhecida como "crescente fértil", cultivam-se frutas, arroz, trigo e cana-de-açúcar, utilizando-se a técnica de irrigação. 

9. Considerando a importância do Petróleo no Oriente Médio analise os itens:

I. Nela, encontra-se uma magnífica reserva de petróleo, que representa 60% das reservas mundiais desse minério. 
II. Os principais países exportadores de petróleo são: Arábia Saudita, Iraque, Irã, Kuwait, Bahrein, Qatar e Emirados Árabes Unidos. 
III. Essa grande quantidade de petróleo, aliada a fatores econômicos e políticos, criou as condições para a formação, na década de 1960, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Está(ão) correto(s)

a) Apenas I e II
b) Apenas II e III
c) Apenas I e III
xd) I, II e III


Exercícios de História Sobre o Oriente Médio, com gabarito.


10. Assinale a alternativa ERRADA

a) A região do Oriente Médio é conhecida por ser o berço das três maiores religiões monoteístas, o judaísmo, o cristianismo e o islamismo,
b) Para os muçulmanos, Meca, na Arábia Saudita, é uma cidade sagrada, 
c) Jerusalém é a maior questão para as três religiões. 
xd) A região do Oriente Médio é conhecida por ser o berço das três maiores religiões monoteístas, o judaísmo, o cristianismo e o budismo

11. (Brusque 2014) No mundo em que vivemos são muitas as áreas em conflito. No Oriente Médio árabes, israelenses e palestinos lutam pelo controle dos recursos estratégicos, entre os quais um dos mais escassos, a água. Não obstante os fatores econômicos e políticos tenham importância muito grande, a religião tem influência, por vezes preponderante, neste cenário.


Assinale a alternativa que indica uma das causas do conflito em questão que tem forte influência religiosa.


a. ( ) A libertação do Santo Sepulcro, desde o século VI em poder dos muçulmanos.

b. ( ) A libertação da faixa de Gaza, sob domínio israelense.
c. ( ) A conquista das Colinas do Golã, sob domínio de Russos e Armênios cristãos.
d. ( X ) O controle de Jerusalém, cidade santa para cristãos, judeus e muçulmanos.
e. ( ) A reconquista do deserto da Judeia, onde está erguida Massada, símbolo da luta dos judeus contra os seus opressores.


12. (Camboriú 2015) As expressões e siglas “Al-Fatah”, Sionismo, ANP e Hamas estão associadas a um conflito que se arrasta desde o final da Segunda Guerra Mundial.


Assinale a alternativa que identifica tal conflito.


a. ( ) Invasão do Afeganistão

b. ( ) Guerra do Kosovo
c. ( ) Guerra civil Síria
d. ( X ) Árabe-israelense
e. ( ) Combate ao Taleban (Talibã)

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Exercícios de História do Período Colonial (Brasil Colônia), com gabarito

Exercícios de História do Período Colonial (Brasil Colônia), com gabarito


1. Sistema que era a unidade básica de produção da primeira grande atividade agrícola brasileira no período colonial sendo fundamentado no trabalho escravo e sua produção destinava-se ao mercado estrangeiro.
a. ( ) Capitalismo
b. ( X ) Engenho
c. ( ) Manso Senhorial
d. ( ) Senzala
e. ( ) Lavra

2. A expressão “quilombolas” remete a um importante momento na história do Brasil Colônia.

Assinale a alternativa que o identifica.
a. ( X ) A resistência dos negros à escravidão.
b. ( ) A proibição, pelo Santo Oficio, da prática de música na Senzala.
c. ( ) O desenvolvimento da indústria, no século XVIII, no sudeste do Brasil.
d. ( ) A vinda dos primeiros africanos, a bordo dos quilombos, como eram chamados os navios negreiros.
e. ( ) A destruição do Quilombo dos Palmares, erguido na Serra Dona Francisca, durante a Guerra do Contestado.

3. Sistema que tem como base a grande propriedade, monocultura e trabalho escravo. Sua produção tinha como destino principal o mercado externo.

Assinale a alternativa que indica a atividade econômica do Brasil Colônia a que se referem as informações acima.
a. ( ) A agricultura da soja
b. ( ) A extração do pau Brasil
c. ( ) A produção de biodiesel
d. ( ) A mineração do ouro e dos diamantes
e. ( X ) O cultivo da cana-de-açúcar

4.  No Brasil no século XVIII, dois movimentos ocorridos puseram em xeque o sistema do período colonial e nos quais se percebe influência das ideias do Iluminismo. Assinale a alternativa que indique essas manifestações

a. ( ) Rebelião de Vila Rica e Guerra dos Cabanos
b. ( X ) Inconfidência Mineira e Conjuração Baiana
c. ( ) Guerra dos Mascates e Revolta dos Alfaiates
d. ( ) Revolta da Chibata e Revolução Praieira
e. ( ) Guerra Farroupilha e Revolução Pernambucana

5. Analise a afirmação abaixo:
O escravo era as mãos e os pés do Senhor de Engenho”.
A afirmação de Antonil, em sua obra Cultura e Opulência do Brasil, deixa clara a importância da mão de obra escrava no período colonial, notadamente na:
a. ( ) Pecuária sulina.
b. ( ) Pecuária nordestina.
c. ( ) Extração da borracha.
d. ( X ) Lavoura de cana de açúcar.
e. ( ) Lavoura cafeeira.


Exercícios de História do Período Colonial (Brasil Colônia), com gabarito


6. Sobre o sistema escravista no Brasil Colônia, é correto afirmar:
a. ( ) Com a adoção da escravidão negra a escravização dos indígenas foi completamente abandonada.
b. ( ) A alta produtividade dos escravos transferidos da África provocou o desaparecimento do trabalho assalariado.
c. ( X ) O tráfico de escravos reduzia foi essencial à montagem do latifúndio exportador no Brasil colônia.
d. ( ) Os altos custos dos escravos negros levaram os senhores a incentivar a natalidade entre os africanos.
e. ( ) A legislação escravista metropolitana dava o mesmo tratamento aos povos indígenas e africanos.

7. Analise as afirmativas sobre a lavoura canavieira no período colonial.

  • 1. A implantação da lavoura canavieira atendeu aos interesses da Metrópole de ocupar economicamente o Brasil e assegurar imensos lucros ao reino lusitano.
  • 2. A lavoura canavieira se assentou no tripé da monocultura, voltada para a exportação e na mão de obra escrava.
  • 3. A lavoura de cana de açúcar visou, prioritariamente, atender às necessidades do mercado interno e, num segundo momento, exportar os seus excedentes.
  • 4. A economia canavieira assegurou o desenvolvimento do Nordeste, a expansão do mercado interno e a acumulação de capitais que permitiu – mais tarde – a industrialização.
  • 5. O crescimento da lavoura canavieira permitiu a formação de uma rica e influente burguesia mercantil na colônia portuguesa.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
a. ( X ) São corretas somente as afirmativas 1 e 2.
b. ( ) São corretas somente as afirmativas 2 e 4.
c. ( ) São corretas somente as afirmativas 3 e 5.
d. ( ) São corretas somente as afirmativas 1, 2 e 3.
e. ( ) São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5.


8. Relacione as atividades da economia no período colonial com suas consequências no processo histórico brasileiro.

Coluna 1 Atividade econômica
1. Lavoura canavieira
2. Drogas do Sertão
3. Pau-Brasil
4. Pecuária Sulina
5. Mineração

Coluna 2 Consequências
( ) Formação de um mercado interno.
( ) Formação inicial da sociedade brasileira.
Introdução da mão de obra escrava em larga escala.
( ) Povoamento do Planalto Catarinense.
( ) Fundação de feitorias.
( ) Desbravamento da Amazônia

Assinale a alternativa que indica a sequência correta,  de cima para baixo.
a. ( ) 1 • 5 • 4 • 3 • 2
b. ( ) 3 • 4 • 1 • 5 • 2
c. ( ) 4 • 1 • 3 • 2 • 5
d. ( X ) 5 • 1 • 4 • 3 • 2
e. ( ) 5 • 4 • 1 • 2 • 3


9. Leia o texto:

Senhor [El-Rei D. Manuel], […] E hoje que é sexta-feira,
primeiro dia de maio, saímos em terra com nossa bandeira;
e fomos desembarcar no rio acima […] Até agora
não podemos saber se há ouro ou prata nela, ou outra
coisa de metal […] Contudo a terra em si é de muitos
bons ares, frescos e temperados como dos de EntreDouro
e Minho […] Em tal maneira é graciosa que,
querendo a aproveitar-se há nela tudo, por causa das
águas que tem! […] Contudo, o melhor fruto que dela
se pode tirar parece-me que será salvar esta gente.
Carta de Pero Vaz de Caminha ao Rei D. Manuel.

Com base no texto e nos seus conhecimentos, analise as afirmativas abaixo.
  • 1. Os portugueses, desde o descobrimento, buscaram encontrar metais preciosos na terra brasileira.
  • 2. Desde a chegada dos portugueses ao Brasil, prenunciou-se a vocação agrícola das terras brasileiras.
  • 3. Já em 1500 a esquadra de Cabral logrou encontrar ouro na terra descoberta, precisamente nos então chamados Campos de Goiataquazes.
  • 4. Embora no século XVIII tenha se vivido o auge da mineração, as primeiras descobertas de ouro na Colônia já ocorreram no século XVII.
  • 5. A economia da Mineração teve entre outras consequências, além da interiorização do povoamento, o desenvolvimento do comércio interno na colônia.
  • 6. Somente os escravos trabalhavam nas minas de ouro do Brasil, uma vez que não era permitido aos homens livres adentrarem na região da mineração.
  • 7. Entre as consequências do crescimento da mineração podemos apontar a transferência da capital do Estado do Brasil para o Rio de Janeiro.

Assinale a alternativa que indica todas os itens corretos.
a. ( ) Estão certos apenas os itens 3 e 6.
b. ( ) Estão certos apenas os itens 2, 3, 5 e 7.
c. ( ) Estão certos apenas os itens 2, 4, 5 e 7.
d. ( X ) Estão certos apenas os itens 1, 2, 4, 5 e 7.
e. ( ) Estão certos os itens 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7

10. São características da empresa agrícola montada no Brasil Colônia:
a. ( ) Grandes Propriedades, policultura e trabalho livre.
b. ( X ) Latifúndio, monocultura e trabalho escravo.
c. ( ) Latifúndio, monocultura e trabalho assalariado.
d. ( ) Pequenas propriedades, monocultura e trabalho escravo.
e. ( ) Minifúndio, policultura e trabalho assalariado.


27. (Criciúma 2014) No contexto da Expansão Napoleônica, o governo português transferiu-se para o Brasil.

Está entre as medidas tomadas na antiga Colônia, pelo Príncipe Regente:
a. ( X ) A assinatura do Tratado de Comércio e Navegação que beneficiava, com taxas favorecidas de importação, o comércio inglês.
b. ( ) A abertura dos portos às nações amigas, exceto à Inglaterra, que foi proibida de comerciar com a colônia.
c. ( ) A criação do monopólio comercial que entregava aos ingleses a exclusividade do comércio com o Brasil.
d. ( ) O Pacto Colonial, que proibia à colônia o comércio com outros países além de Portugal.
e. ( ) A dissolução do Reino Unido do Brasil, Portugal e Algarves.

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Fonte:FEPESE

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João 3 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

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