Apresentamos uma relação de planos de aula (sugestões de aulas) para educação infantil. Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, “as novas tecnologias da comunicação e da informação permeiam o cotidiano, independente do espaço físico, e criam necessidades de vida e convivência que precisam ser analisadas no espaço escolar. A televisão, o rádio, a informática, entre outras, fizeram com que os homens se aproximassem por imagens e sons de mundos antes inimagináveis”. [PCN, vol. 2, pg.24].

Nesse sentido a informática educativa e o uso de tecnologias na educação vem, aos poucos, ganhando espaço na escola brasileira. Muitas são as iniciativas nesse sentido.
Separamos 7 (sete) planos de aula (sugestões de aula) disponíveis no site do Ministério da Educação. Cada plano de aula é voltado para educação infantil sobre a temática do uso das tecnologias e informática educativa: Confira!

 Planos de aula para educação infantil : informática educativa e tecnologias na educação


Plano de aula: Ensino Fundamental Inicial | Alfabetização
Plano de aula: Ensino Fundamental Inicial | Alfabetização
Plano de aula: Ensino Fundamental Inicial | Alfabetização
Plano de aula: Ensino Fundamental Inicial | Alfabetização
Plano de aula: Ensino Fundamental Inicial | Alfabetização
Plano de aula: Ensino Fundamental Inicial | Alfabetização
Plano de aula: Ensino Fundamental Inicial | Alfabetização


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Melhores formas de medir o uso informática educativa



A autora Monica Bulger em um olhar crítico em um relatório recente da OCDE sobre os benefícios e desvantagens do uso de computadores e da tecnologia para auxiliar a aprendizagem das crianças. Ela conclui que é importante falar com os educandos  sobre o que eles gostam de aprender e qual é a melhor maneira incentivá-los. Acompanhe o trecho do texto, que poder ser lido na íntegra aqui.

Educação infantil: 7 (sete) planos de aula sobre tecnologia.
by Pixabay


  • Pergunte às crianças. Como parte dos dados demográficos recolhidos pelos testes do PISA, acrescentando perguntas sobre o uso da tecnologia na em laboratórios de informática      educativa ou sala de aula seria uma medida mais eficaz e mais precisa. Os gestores da educação podem se sentir pressionado a apresentar um relatório sobre o uso ideal ou utilização prevista, em vez de uso real, mas, perguntando uma turma de estudantes sobre a sua utilização irá provavelmente resultar em médias mais precisas. Além disso, dado o número de classes e professores em qualquer escola, esperar que gestores estejam ciente de práticas específicas talvez não seja razoável.
  • Limitando as perguntas a frequência de navegação na Internet pode não abordar as práticas nos laboratórios de informática educativa e nas salas de aulas ricas de envolvimento tecnologia. Mais medidas interessantes poderiam ser desenvolvidas através da observação de sala de aula ou em grupo foco discussões com professores, ou uma revisão de uma diversificada pesquisa. Usando vários métodos podemos abordar o uso da tecnologia a partir das perspectivas de professores e alunos ao mesmo tempo, a medição de pontos de partida de desempenho acadêmico pode ser como as tecnologias são utilizadas para a criação de materiais nas salas de aula, como eles são usados para a aprendizagem das ciências, matemática, história ou arte, como eles são usados para comunicar com os seus pares, sua comunidade local, e para além do laboratório de informática educativa.
  • Se realmente o objetivo é medir os efeitos do uso potencialmente excessivo da internet sobre os resultados de aprendizagem dos estudantes, medidas mais precisas como, por exemplo, o uso do diário seria mais eficaz.
  • Finalmente, qualquer análise responsável do desempenho da aprendizagem dos estudantes de 15 anos de idade, devem levar em conta a sua experiência vivida. A abundância de evidências mostra que o nível de renda familiar e nível de educação dos pais são preditores cruciais do desempenho acadêmico de uma criança. A OCDE relata que o status econômico, social e cultural é responsável por 12% da variação no desempenho em matemática e notas de leitura nos países da OCDE. Então, ao invés de remover socioeconomia como uma variável ao avaliar os efeitos do uso de tecnologia educacional, seria interessante para adicioná-lo, e ver como os efeitos da tecnologia sobre os escores de aprendizagem pode mudar quando a pobreza relativa é considerada.

Fonte: Autora Monica Bulger Disponível em 



Postado por: Equipe do Caderno Educação .


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