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Dicionário Filosófico François-Marie Arouet (Voltaire)

 BaixarTítulo: Dicionário Filosófico 

Autor: François-Marie Arouet (Voltaire) 

Categoria: Filosofia 

Idioma: Português


Dicionário Filosófico François-Marie Arouet (Voltaire)



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ÍNDICE
Apresentação
Biografia do autor
Abraão
Alma
Amizade
Amor
Amor Próprio
Amor Socrático
Anjo
Antropófagos
Apis
Apocalipse
Ateu, Ateísmo
Batismo
Belo, Beleza
Bem (Supremo)
Bem (Tudo Está)
Cadeia dos Acontecimentos
Caráter
Catecismo Chinês
Catecismo do Japonês
Catecismo do Pároco
Certo, Certeza
Céu dos Antigos (O)
China (Da)
Circuncisão
Convulsões
Corpo
Cristianismo
Crítica
Destino
Deus
Escala dos Seres
Estados, Governos
Ezequiel (De)
Fábulas
Falsidade das Virtudes Humanas
Fanatismo
Fim, Causas Finais
Fraude
Fronteiras do Espírito Humano
Glória
Graça
Guerra
História dos Reis Judeus e Paralipômenos
Ídolo, Idólatra, Idolatria
Igualdade
Inferno
Inundação
Irracionais
Jefté
José
Leis (Das)
Leis Civis e Eclesiásticas
Liberdade (Da)
Loucura
Luxo
Matéria
Mau
Messias
Metamorfose, Metempsicose
Milagres
Moisés
Pátria
Pedro
Preconceitos
Religião
Ressurreição
Salomão
Sensação
Sonhos
Superstição
Tirania
Tolerância
Virtude
Notas

BIOGRAFIA DO AUTOR
 FRANÇOIS-MARIE AROUET, filho de um notário do Châtelet, nasceu em Paris, em 21 de
novembro de 1694. Depois de um curso brilhante num colégio de jesuítas, pretendendo dedicar-se à
magistratura, pôs-se ao serviço de um procurador. Mais tarde, patrocinado pela sociedade do Templo e em particular por Chaulieu e pelo marquês de la Fare, publicou seus primeiros versos. Em 1717, acusado de ser o autor de um panfleto político, foi preso e encarcerado na Bastilha, de onde saiu seis meses depois, com a Henriade quase terminada e com o esboço do OEdipe. Foi por essa ocasião que ele resolveu adotar o nome de Voltaire. Sua tragédia OEdipe foi representada em 1719 com grande êxito; nos anos seguintes, vieram: Artemise (1720), Marianne (1725) e o Indiscret (1725).
 Em 1726, em conseqüência de um incidente com o cavaleiro de Rohan, foi novamente recolhido à
Bastilha, de onde só pode sair sob a condição de deixar a França. Foi então para a Inglaterra e aí se
dedicou ao estudo da língua e da literatura inglesas. Três anos mais tarde, regressou e publicou Brutus
(1730), Eriphyle (1732), Zaïre (1732), La Mort de César (1733) e Adélaïde Duguesclin (1734). Datam da mesma época suas Lettres Philosophiques ou Lettres Anglaises, que provocaram grande escândalo e obrigaram a refugiar-se em Lorena, no castelo de Madame du Châtelet, em cuja companhia viveu até 1749. Aí se entregou ao estudo das ciências e escreveu os Eléments de le Philosophie de Newton (1738), além de Alzire, L'Enfant Prodigue, Mahomet, Mérope, Discours sur l'Homme, etc. Em 1749, após a morte de Madame du Châtelet, voltou a Paris, já então cheio de glória e conhecido em toda a Europa, e foi para Berlim, onde já estivera alguns anos antes como diplomata. Frederico II conferiu-lhe honras excepcionais e deu-lhe uma pensão de 20.000 francos, acrescendo-lhe assim a fortuna já considerável.
Essa amizade, porém, não durou muito: as intrigas e os ciúmes em torno dos escritos de Voltaire
obrigaram-no a deixar Berlim em 1753.
 Sem poder fixar-se em parte alguma, esteve sucessivamente em Estrasburgo, Colmar, Lyon, Genebra, Nantua; em 1758, adquiriu o domínio de Ferney, na província de Gex e aí passou, então, a residir em companhia de sua sobrinha Madame Denis. Foi durante os vinte anos que assim viveu, cheio de glória e de amigos, que redigiu Candide, Histoire de la Russie sous Pierre le Grand, Histoire du Parlement de Paris, etc., sem contar numerosas peças teatrais.
 Em 1778, em sua viagem a Paris, foi entusiasticamente recebido. Morreu no dia 30 de março desse
mesmo ano, aos 84 anos de idade.

Ref.: (1)

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