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Questões de concursos para Assistente Social. Simulado com diversas questões para o cargo de Assistente Social elaboradas pela Banca Examinadora VUNESP em 2018. Questões sugeridas para estudo, preparação e treinamento para concursos do cargo.


Questões de concursos para Assistente Social.

Questões de concursos para Assistente Social, com gabarito.

Questões objetivas para Assistente Social


11. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) O sistema capitalista é uma estrutura social desigual: supõe a propriedade privada dos meios de produção, a exploração de uma classe por outra, a economia de mercado, o trabalho assalariado e a expulsão dos trabalhadores excedentes às necessidades do capitalismo. A desigualdade nesse sistema não se resolve apenas com uma distribuição fracionada da riqueza ou socialização parcial dos bens produzidos, mas com
(A) a sobreposição de forças antagônicas.
(B) a supremacia de uma dada realidade.
(C) a superação da ordem capitalista.
(D) o controle de massas populares em oposição.
(E) o alcance das políticas sociais integradas.

12. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018)As imposições sociais, econômicas e políticas, os mecanismos institucionais e os processos relacionais podem produzir ofensas à dignidade humana e às condições de vida dos indivíduos e grupos sociais, tornando-os vulneráveis. Nessa perspectiva, a vulnerabilidade pode ser estrutural, conjuntural ou relacional e diz respeito à exposição ao risco pessoal ou social. Já pobreza e vulnerabilidade são universos cujas concepções revelam visões e abordagens diferenciadas. Sendo assim, o enfoque monetário da pobreza concentra-se nos resultados produzidos pelo sistema, enquanto que a concepção de vulnerabilidade que lida com a queda do bem estar e com os riscos orienta-se para
(A) as situações-sociais-problema.
(B) o método.
(C) as relações subjetivas.
(D) os processos.
(E) o foco interativo.

13. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018)  “Todos e todas devem usufruir dos direitos assegurados pelo ordenamento jurídico brasileiro à proteção social não contributiva de assistência social efetiva com dignidade e respeito”. Este é o primeiro dos dez direitos socioassistenciais do Sistema Único de Assistência Social, dentre os quais também está o direito
(A) de equidade social e de manifestação pública.
(B) à inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral.
(C) de buscar refúgio, auxílio e orientação.
(D) de organização e participação em entidades sociais.
(E) da participação social protagônica.

14. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) A assistência social é uma política social pública, como o são a saúde, a previdência, a educação, significando portanto, ação coletiva que tem por função concretizar direitos sociais demandados pela sociedade e previstos nas leis. Por meio das políticas públicas são formulados e desenvolvidos os programas de distribuição de bens e serviços, regulados  e providos pelo Estado, com a participação e o controle da sociedade. A assistência social, como uma das políticas da Seguridade Social brasileira, compõe a rede de proteção social, juntamente com a saúde e a previdência, não estando dissociada das demais políticas socioeconômicas e muito menos agiria para desmantelá-las,
como quer a ideologia liberal com a sua proposta de
(A) inserção sociaoassistencial.
(B) ampliação dos direitos sociais.
(C) erradicação da vulnerabilidade.
(D) integração das políticas sociais.
(E) focalização na pobreza extrema.

15. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) Um modelo de proteção social não contributiva resulta não só de implantação de novos programas de governo, mas de mudanças efetivas baseadas na noção de cidadão usuário de seus direitos e na primazia da responsabilidade do Estado. A proteção social é um sistema público e as ações neste campo envolvem a política de assistência social, que tem por direção o desenvolvimento humano e social e os direitos de cidadania. Na perspectiva de constituição desse sistema público voltado para a garantia de condições dignas de vida, as relações entre os serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais com outras políticas do campo social e econômico deve ser de
(A) especificidade e aproximação.
(B) completude e articulação.
(C) reciprocidade e subordinação.
(D) exclusividade e contribuição.
(E) alteridade e sustentação.

16.(PMST Assistente Social VUNESP / 2018)  A operacionalização da assistência social em rede, com base no território, constitui um dos eixos estruturantes da Política Nacional de Assistência Social. No Sistema Único da Assistência Social – SUAS, o princípio da territorialização da rede socioassistencial baseia-se na oferta capilar de serviços e na sua localização nos territórios com incidência de vulnerabilidades e riscos sociais e pessoais para a população, a partir da lógica da proximidade do cidadão. O SUAS incorpora uma noção ampliada de território, compreendido como o terreno das políticas públicas, no qual se expressam as manifestações da questão social. Trata-se de uma concepção de território que ultrapassa a dimensão geográfica, sendo entendido como resultado da interação entre os homens e 
(A) espaço da gestão setorializada.
(B) expressão máxima das reivindicações.
(C) identificação de condições reversíveis.
(D) lócus privilegiado de superações.
(E) síntese das relações sociais.


17. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) Qualquer política que vise reforçar o papel da família na provisão social tem que considerar as novas estruturas familiares, compreendidas como síntese de múltiplas determinações sócio-históricas, econômicas e culturais. Deve considerar também os reflexos que as famílias sofrem em razão das contradições da sociedade capitalista e das imposições do neoliberalismo às políticas públicas estatais. No que se refere à intervenção profissional, é estratégico evidenciar a ideologia que fundamenta essa política, bem como as possibilidades de contribuição do grupo familiar. Nessa perspectiva, a revalorização da família na política de assistência social pode significar a
(A) sua responsabilização pela própria proteção.
(B) sobreposição do público em relação ao privado.
(C) autonomia desse grupo frente às vulnerabilidades sociais.
(D) retomada dos modelos familiares pregressos.
(E) conscientização de sua competência socioeconômica.

18. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) Assistência social, saúde, educação, segurança alimentar, trabalho e habitação, como políticas públicas, estão entre as áreas que precisam integrar o atendimento à população em situação de rua, juntamente com os esforços da sociedade civil. De acordo com a Política Nacional para a População em Situação de Rua (Decreto no  7053/2009 – art. 8o ), o padrão básico de qualidade, segurança e conforto da rede de acolhimento temporário deverá observar limite de capacidade, regras de funcionamento e convivência, acessibilidade, salubridade e distribuição geográfica das unidades de acolhimento, respeitado o direito de permanência da população em situação de rua, preferencialmente
(A) em moradias seletivas.
(B) próximos à terminais urbanos e intermunicipais.
(C) nas cidades ou nos centros urbanos.
(D) distantes de centros comerciais.
(E) em áreas rurais.

19. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) A violência sexual contra crianças e adolescentes envolve relações complexas de poder, evidenciando a dominação econômica, política, cultural e simbólica do adulto sobre essas pessoas. Pesquisas indicam trata-se de uma violência multifacetada, global e interconectada, que ocorre no espaço doméstico, institucional e até virtual. Desde 2013, o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes destaca alguns atores específicos que têm a atribuição institucional de fiscalizar, investigar e responsabilizar a violência sexual contra essas pessoas. O Plano reconhece também a importância da prevenção, definindo como objetivo: assegurar ações contra o abuso e/ou exploração sexual de crianças e adolescentes, fundamentalmente pela educação,
(A) identificação e repressão.
(B) sensibilização e autodefesa.
(C) assistência e acolhimento institucional.
(D) averiguação e destituição do poder familiar.
(E) tratamento e superação


20. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) Previstos desde 1993 pela Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), os benefícios eventuais constituem um direito social legalmente assegurado aos cidadãos brasileiros no âmbito da proteção social básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). As concessões do auxílio-natalidade e auxílio-funeral foram transferidas da previdência para a assistência social, permanecendo esquecidos por mais de uma década. Somente a Renda Mensal Vitalícia, que ficou sob responsabilidade da União, conseguiu, a partir de 1996, ser regulamentada, passando porém a prestar atenção similar por meio
(A) da Renda Suplementar Permanente.
(B) do Programa Bolsa Família.
(C) da Renda Mínima de Cidadania.
(D) do Benefício de Prestação Continuada.
(E) do Programa Primeiro Emprego.

21. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) A Lei no  8.662, de 7 de junho 1993, dispõe sobre a profissão de assistente social e define como livre o exercício da profissão em todo o território nacional, observadas as condições nela estabelecidas. Como atribuição privativa do assistente social, a referida Lei estabelece em seu art. 5o  (VI):
(A) treinamento, avaliação e supervisão direta de estagiários de Serviço Social.
(B) planejamento, organização e execução de benefícios e serviços sociais.
(C) orientação social a indivíduos, grupos e à população em geral.
(D) assessoria e apoio aos movimentos sociais e da categoria profissional.
(E) monitoramento de situações demandantes de benefícios.

22.(PMST Assistente Social VUNESP / 2018)  Conforme Resolução CFESS no  493/2006, o assistente social deve informar por escrito ao CRESS (Conselho Regional de Serviço Social) do âmbito de sua jurisdição, as situações de inadequação das condições éticas, físicas e técnicas do exercício profissional. Antes porém, o assistente social deve cumprir exigências previstas na referida Resolução, sob pena de notificação e de apuração de sua responsabilidade ética. O procedimento a ser adotado, conforme determina o art. 7o  da citada Resolução, é o de informar por escrito à entidade, instituição ou órgão que trabalha ou presta serviços, sob qualquer modalidade, acerca das inadequações constatadas,
(A) resguardando-se por meio do depoimento de testemunhas.
(B) sugerindo alternativas para melhoria dos serviços prestados.
(C) propondo suspensão temporária de suas atividades.
(D) divulgando a comunicação entre os usuários de seus serviços.
(E) interditando imediatamente o espaço de atendimento.


23. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) Dentre as alterações da Lei no  12.435/2012 em relação à Lei Orgânica da Assistência Social (Lei no  8.742/1993) está a de instituição de Programas que passaram a compor o Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Um dos serviços que integra a proteção social básica consistindo na oferta de ações e serviços socioassistenciais de prestação continuada nos CRAS (Centros de Referência de Assistência Social), por meio do trabalho social com famílias em situação de vulnerabilidade social, é o 
(A) Serviço de Prevenção à Vulnerabilidade e Risco social e pessoal.
(B) Serviço de Convívio e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).
(C) Serviço de Acolhimento Institucional.
(D) Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF).
(E) Serviço de Proteção Social Especial para Pessoas com Deficiência, Idosas e suas Famílias.

24. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) No ano de 2005 a Norma Operacional Básica do Sistema Único da Assistência Social (NOB-SUAS) disciplinou a gestão pública da Política Nacional de Assistência Social no território brasileiro. A nova NOB-SUAS de 2012, entre outros avanços, definiu o Pacto de Aprimoramento do SUAS, instrumento pelo qual se materializam as metas e as prioridades nacionais no âmbito do SUAS. O acompanhamento do Pacto prevê a adoção do Plano de Providências, a ser elaborado pelos Estados, Distrito Federal e Municípios, constituindo-se em instrumento de planejamento das ações para a superação de dificuldades dos entes federados. Decorrente deste, conforme estabelece o art. 41 (§ 1o ) da NOB-SUAS 2012, definiu-se outro instrumento de planejamento do assessoramento técnico e, quando for o caso, financeiro, que é o
(A) Relatório de Monitoramento.
(B) Programa de Manutenção.
(C) Plano de Apoio.
(D) Planilha Técnica/Financeira.
(E) Projeto de Alinhamento.

25. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) A Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais estabeleceu os conteúdos essenciais, o público a ser atendido, os propósitos e os resultados esperados de cada serviço das proteções básica e especial, possibilitando a sua padronização em todo território nacional. Voltado para famílias e pessoas que estão em situação de risco social ou tiveram seus direitos violados, o Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI) deve ser ofertado, obrigatoriamente, no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). De a acordo com a normativa da tipificação, também pode ser desenvolvido no CREAS ou em unidade específica referenciada ao CREAS o Serviço
(A) de Atenção Especializada a Mulheres vítimas de violência.
(B) de Acolhimento em Família Acolhedora.
(C) Especializado em Abordagem Social.
(D) Especializado para Pessoas em Situação de Rua.
(E) de proteção em situações de calamidades públicas e
de emergências.

26. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) O Estatuto da Criança e do Adolescente representou uma mudança paradigmática no que se refere ao Direito Juvenil e o ingresso das crianças e adolescentes no Estado Democrático de Direito, em igualdade com o cidadão adulto, ressalvadas as peculiaridades de sua idade e capacidade. O ECA reconhece a existência desse novo sujeito político e social, detentor de atenção prioritária, independente de sua condição social ou econômica, etnia, religião e cultura, legitimando a Doutrina
(A) de Proteção Integral.
(B) Restaurativa.
(C) de Participação Social.
(D) Construtivista.
(E) da Situação Regular.

27. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) O Estatuto do Idoso define, entre as linhas de ação da política de atendimento, os serviços especiais de prevenção e atendimento às vítimas de negligência, maus- -tratos, exploração, abuso, crueldade e opressão. O Estatuto
considera violência contra o idoso qualquer ação ou omissão praticada em local público ou privado que lhe cause morte, dano ou sofrimento físico ou psicológico. De acordo com o art. 19 da referida Lei, nos casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra idosos, impõe-se aos serviços de saúde públicos e privados a obrigatoriedade de comunicação do fato. Especificamente, em se tratando da autoridade sanitária, a comunicação deve ser efetuada por meio
(A) do disque 100.
(B) de relatório médico.
(C) de prova testemunhal.
(D) de denúncia formal.
(E) da notificação compulsória.

28. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) O reconhecimento de que a convivência familiar e comunitária é fundamental para o desenvolvimento da criança e do adolescente está presente na Constituição Federal, no ECA e em outras legislações nacionais e internacionais.  O Plano Nacional de promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária destaca o rigor na aplicação de medida de proteção que indique o afastamento da criança e do adolescente de seu contexto familiar. Em consonância com a legislação em vigor, o referido Plano estabelece dentre suas diretrizes que o afastamento da família de origem deve ser medida
(A) paliativa, ocasional.
(B) rara, excepcional.
(C) necessária, exclusiva.
(D) ordinária, estável.
(E) flexível, cumulativa.


29. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) É correto afirmar que inimputabilidade não implica impunidade; o ECA estabelece medidas de responsabilização compatíveis com a condição peculiar de pessoa em desenvolvimento ao adolescente autor de ato infracional.
As medidas socioeducativas previstas pelo Estatuto constituem procedimento especial, de caráter sancionatório, com finalidade pedagógico-educativa. O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) ao regulamentar tais medidas, estabelece princípios, regras e critérios que envolvem a sua execução, bem como os planos, programas, avaliação e acompanhamento do atendimento socieducativo. De acordo com o art. 35 (VII) da Lei no  12.594/2012, um dos princípios da execução das medidas socioeducativas é
(A) legalidade, podendo o adolescente receber tratamento mais gravoso do que o conferido ao adulto.
(B) regularidade da intervenção judicial, favorecendo-se meios para a mediação de conflitos.
(C) atenção a práticas que obrigatoriamente atendam às demandas do adolescente.
(D) padronização, considerando-se a função exemplar em vista da prevenção à reincidência do ato.
(E) mínima intervenção, restrita ao necessário para a realização dos objetivos da medida.

30. (PMST Assistente Social VUNESP / 2018) O assistente social, em qualquer manifestação técnica sobre matéria de Serviço Social, deve atuar com ampla autonomia, respeitadas as normas legais, técnicas e éticas de sua profissão. A Resolução CFESS no  557/2009
(art. 4o  – § 1o ) define que ao manifestar-se sobre objeto de intervenção técnica conjunta com outra categoria profissional e/ou equipe multiprofissional, o assistente social  deve delimitar o âmbito de sua atuação, seu objeto, instrumentos utilizados, análise social e outros componentes que devem estar contemplados na opinião técnica,
(A) compartilhando informações de forma irrestrita.
(B) complementando os conteúdos do outro profissional.
(C) elaborando relatório específico e sigiloso.
(D) destacando a sua área de conhecimento separadamente.
(E) aderindo ao consenso dos profissionais envolvidos.


Gabarito das questões objetivas de Assistente Social



11 – C 12 – D 13 – A 14 – E 15 – B 16 – E 17 – A 18 – C 19 – B 20 – D 21 – A 22 – B 23 – D 24 – C 25 – C 26 – A 27 – E 28 – B 29 – E 30 – D


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